O lado bom do lado mau
Texto e foto de Valéria del Cueto
Karma. Voltei a Mato Grosso para terminar algo que deixei incompleto há 20 anos atrás. Uma tarefa chata, burocrática, entediante. No meio do caminho descobri outro desafio, este mais prazeroso e instigante. Mesmo assim algo que, em outros tempos ficou só na vontade, deixei pra trás.
Naquela época, a inquietação que ainda me move era potencializada. O que fazia que eu não começasse nada, por que sabia que não iria terminar. Cursos seminários, simpósios. Enfim, era só planejar, quando muito iniciar, para que um imprevisto quase sempre compensador mudasse o meu rumo, alterasse de forma radical o meu foco. Daí que, por uma questão de princípio de vida, eu evitava começar o que sabia que não terminaria.
continua no SEM FIM... http://delcueto.multiply.com/journal/item/126
Música de Aurélio Miranda, incluida no Caipirinha Appreciation Society http://cas.podomatic.com/entry/2008-06-23T19_38_37-07_00 sobre MATO GROSSO que cita o Morro de Mesa, mencionado no artigo MUITA EMPADA PRA POUCO RECHEIO http://delcueto.multiply.com/journal/item/125
Muita empada pra pouco recheio
Texto e foto de Valéria del Cueto*
E viva São Beltrão, o santo dos burocratizados. Ainda estou na gincana destinada a passar minha terra na Chapada dos Guimarães para o meu legítimo nome. O mais impressionante é que esse trem não anda. Está mais parado que novela esticada no meio. Sem sal, sem graça e sem resultado. Uma tristeza.
Quando acho que estou quase lá, aparece um pacote de exigências incríveis para serem cumpridas: é documento do Incra, certidões da Receita Federal, nada consta do Ibama... Uma festa de papéis ofícios, ainda não picados. (Você tem dúvida de que este será o destino deles pós entrega?)
O texto continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/125
SINA
Texto e foto de Valéria del Cueto*
Chove a cântaros lá fora. Logo depois do viaduto, num prédio gigantesco em final de construção, vejo uma cachoeira formada pela calha da marquise. Fico tentada a tomar um banho de chuva.
É muita água. O suficiente para me fazer desligar o computador, que não tem estabilizador, com medo de uma queda de energia provocada pelos raios e trovoadas que batem boca no calor da tempestade.
Meu primeiro reflexo proseador me leva ao fato de que este tipo de chuvarada não “orna” com esta época do ano. Mas já vi que não há nada de preocupante no acontecimento, pelo menos para quem não está nem aí para o significado das alterações climáticas atuais. Esta é a contramão da história e, nela, pilotam o bólido da falta de cuidado e do descaso ambiental...
Continua no
Paz na terra
O sudoeste aponta
beijando a bandeira.
Vira o leste,
inverte o rumo.
O tempo voa e a chuva cai...
Fotos e divagação de Valéria del Cueto
da série Ponta do Leme
http://delcueto.multiply.com/photos/album/134
Base.
Caminho,
garganta.
Desordem
Mandala...
Arte e divagação de Valeria del Cueto
http://delcueto.multiply.com
para o Parador Cuyabano
VIA DUTO
Texto e fotomontagem de Valéria del Cueto*
Sou dual e adaptável mas de vez em quando exagero na dose, confesso.
Um bom exemplo é agora, na minha fase atual de produção intensa e diversificada para o Parador Cuyabano. Fico aqui, na quina de baixo do bairro Baú, em Cuiabá, sentada diante do viaduto que ocupa todas as janelas do meu imóvel alugado (quase andante) no terceiro e último andar que habito.
Vejo os automóveis, caminhões, motos, demais veículos e poucos, raros e quase sempre desmilinguidos pedestres que se arriscam a irem e virem pelas três pistas que se descortinam na paisagem. Olhando, durante a manhã, o sol invadindo o piso branco da sala, do quarto e da área de serviço do meu minifúndio e sentindo... calor, é claro. Porém menos que na parte da tarde, O que é inexplicável, se levarmos em consideração que o sol baixa do lado oposto do prédio.
Continua... http://delcueto.multiply.com/journal/item/123
Maresia e companhia...
Texto e foto de Valéria del Cueto*
Quero o sal. Sonho com ele. Curtindo minha pele e mudando sua textura, recobrindo meus poros. Sinto seu cheiro e quando o reconheço descubro que é apenas um truque, uma projeção.
Truque baixo, diga-se de passagem, por que é só o fruto da minha imaginação, a miragem do meu oásis particular, reflexo perfeito do que mais desejo. O arrepio provocado pelo vento que faz a curva na Ponta do Leme., o calor do sol, agora invernal, do final da tarde, a maresia que recobre meu corpo e faz de mim objeto sedento deste carinho. Lambo meus braços procurando sentir o gosto do mar, seu cheiro. Que não estão aqui.
continua no SEM FIM... http://delcueto.multiply.com/journal/item/122
Andar com fé...
Texto e foto de Valeria del Cueto*
Fazer footing em Cuiabá é heroismo.
Nos últimos dias do outono, de temperatura amena para os felizes possuidores de um guarda roupa completo, o que não é meu caso ( “Calor em Cuiabá em abril e maio? Impossível” pensava eu ingênuamente ao fazer minha mala cuiabana),
aproveitei para colocar em prática a proposta (desafio, seria melhor) que ouvi de um dos participantes do Prêmio do Rock que fui assistir no Museu da Caixa dÁgua: andar em Cuiabá.
Isso mesmo, a pé....
Talvez inspirada pela localização do apartamento que estou morando e querendo conhecer melhor as cercanias é que comecei o exercício. Primeiro, saí do Getúlio Grill, desci a Getúlio Vargas, cortei pela rua que passa na frente da Escola Técnica, desci a Mato Grosso e segui até a avenida do CPA, rumo ao viaduto da Miguel Sutil. Quase morri de cansaço, mas cheguei incólume ao meu destino.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/121
O corte
des monta,
se pa ra,
resume.
Re moNta e cria
o (N) O V O...
Arte e divagação de Valeria del Cueto
no Sem Fim... http://delcueto.multiply.com/photos/album/132
para o Parador Cuyabano
Tal e qual ou...
Recomendações para se dar bem em Cuiabá
Ensinamentos para não perder a paciência e enfrentar numa boa os contratempos, o arrastar das horas e o calor cuiabanos
Valéria del Cueto
Fila de banco
Paciência, muita paciência, na tentativa de sintonizar o tuc, tuc inquieto do meu coração à calma calorenta de Cuiabá. Não adianta tentar acelerar o ritmo do pulsar da cidade no seu tempo espaçado e infinito.
É assim há quase 300 anos e, neste período, os que insistem em acelerar o compasso acabam sucumbindo ao estresse inerente ao atravessamento sem cadência, ditado pela pressa inaceitável aos padrões locais.
Se forem espertos, adaptam-se. Reduzem as batidas incontidas e se adequam a regra básica de felicidade e satisfação em solo cuiabano: tudo ao seu tempo, tudo na hora determinada pelo momento em questão.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/119
Alguns trabalhos em que atuei como assistente do diretor de cinema e video Lula Araujo
Asa
Petala da asa
De [a s a] lirio
Rubra, roja...
Fotos e divagação de Valéria del Cueto
no Parador Cuyabano
http://delcueto.multiply.com/photos/album/131
Vento bom e passaporte: a gentileza federal
Valeria del Cueto*
Para tirar o passaporte na Policia Federal de Cuiaba, o vento estava a favor. Alias, o vento, nao: a chuva fina que riscava o ceu da Cidade Verde em pleno abril. Como observadora e anotadora das idas e vindas dos ventos e mares da Ponta do Leme, ao chegar a Cuiaba testemunhei um evento estranho ao cotidiano climatico dos mais de 15 anos que aqui vivi nas decadas de 80 e 90 e nos dois primeiros anos do novo milenio em que hoje transitamos.
O frio chegou de mansinho, apos uma chuva fina que inundou o asfalto e fez subir aquele cheiro inconfundivel de terra molhada, uma semana depois de uma daquelas tipicas tempestades cheias de raios, trovoadas e claroes.
Nao lamento as novidades no cotidiano meteorologico da cidade, apesar de temer a hipotese de que a agua que agora cai, venha a fazer uma falta danada nos meses de secura que virao em breve.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/118
No Leme, elas eram pipas.
Pandorgas para os gauchos.
Vendidas na orla de Copacabana e nas lojas para gringos.
Acabaram sumindo, substituidas por outros souvenirs .
Agora, chego a Cuiabá e aqui está ela, ao vivo e a muitas cores, passeando pelo apartamento.
Bem vinda, menina. A casa é nossa....
Eu digo pra ela, ou ela é quem diz para mim?
Divagação quase sofismatica e fotos de Valeria del Cueto
no Parador Cuyabano
Ê FUMACÊ
O hábito que continua na moda em Cuiabá
Valéria del Cueto
Especial para o Diário de Cuiabá
Estou impressionada com a quantidade e a qualidade de fumantes que tenho encontrado em Cuiabá. A atitude politicamente correta e saudável de abandonar o hábito de ter sempre um cigarro na mão não parece ter sensibilizado a maioria da população local, quiçá estadual.
Começo a achar que a nicotina seja essencial para manter o ânimo no calor senegalês que faz por aqui. Talvez inspirar a fumaça provoque uma momentânea alteração na temperatura corporal, aliviando um pouco a sensação térmica, sei lá... O fato é que a ala dos fumantes é ampla maioria nestas plagas.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/117
A voz do povo, o dom de Jamelão
Texto e fotos de Valeria del Cueto
Odeio tecnologia! Diz uma das minhas gêmeas que me habita, fechando o circuito do paradoxo ambulante que costumo ser.
Estou no 1º. Fórum de Mídia Livre, na UFRJ, Rio de Janeiro, quando recebo pelo celular a mensagem da minha fonte 001, Lúcia Gutierrez, com seguinte texto: “ Jamelão morreu”
E só. O-d-e-i-o tecnologia, mas agradeço a gentileza da minha mãe ao me passar a informação. Ela sabia o buraco negro que se abriria e como eu precisaria enchê-lo o mais rapidamente possível para não... emburacar.
Saí do prédio da UFRJ e corri para meu abrigo antinúcleopsicocelular. A praia, a Ponta, do Leme.
Já tinha planejado tomar o sol delicioso que brilhava desde cedo na hora do intervalo de almoço, mas não imaginei que o faria assim, sob o impacto da notícia esperada, afinal Jamelão tinha 95 anos, porém não aguardada.
Então, diante do fato inexorável, só me resta prestar-lhe minha humilde homenagem. E acho que a melhor maneira de faze-lo é reeditando seu último encontro com o povo do carnaval do Sambódromo, este que venerava o ídolo que sempre será.
Fui testemunha e registrei as cenas ocorridas no sábado das campeãs do carnaval de 2006, quando ele, Jamelão, pisou na Marquês de Sapucaí para “interpretar” (ele não admitia ser chamado de puxador) o samba enredo da Mangueira. Narrei sua entrada na avenida, fotografei seu encontro com populares no Setor 1 e gravei o áudio do esquenta da escola no recuo de bateria na concentração, comandado por ele.
Mangueira, teu cenário ficou ainda mais belo com a luz de Jamelão brilhando no teu céu, verde e rosa.
Obs: Leia o texto ... E Êxito, http://delcueto.multiply.com/journal/item/116 veja as fotos de Jamelão, http://delcueto.multiply.com/photos/album/36 ao som do esquenta do sábado das campeãs do carnaval de 2006
Valéria del Cueto é jornalista e cineasta
liberado para reprodução com o devido crédito
http://delcueto.multiply.com
Este artigo faz parte da série Ponta do Leme
Nuvem color ida
Inicio/meio em mim...
foto/divagação de Valéria del Cueto
para a serie Parador Cuyabano
tem mais no http://delcueto.multiply.com/photos/album/129
Tudo muda, menos...
Texto e fotos de Valeria del Cueto*
Bom, então tá, Cuiabá. Do ponto de vista privilegiado do bom e velho Chopão, no alto da Getúlio Vargas, ao lado da praçinha. Onde, pelo visto, passarei um tempão nesta sexta feira típica, quente e abafada.
Explico: marquei um almoço com um nobre jornalista da terra. E ele cravou sua escolha no restaurante com janelas em forma de arco decoradas pelo artista plástico Adir Sodré. Logo depois, uma amiga me intimou a ir a um happy hour tradicional encontrar amigas de outros tempos... Adivinhe onde? Justamente no no dito cujo, o lendário Chopão. Detalhe: no mesmo dia!
O point já era point quando cheguei a Cuiabá nos idos de 1984 e, pelo visto, mantém sua mítica. Ao menos às sextas feiras, concluo inocente, sem saber que o local ferve a semana inteirinha, de segunda a segunda, conforme verificarei nos próximos dias pelos inúmeros e constantes convites para frequentá-lo... todo mundo, seja qual for a tribo, em sua peregrinação pela agitada vida social cuiabana, passa pelo Chopão. Mais cedo ou mais tarde...
O texto continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/115 neste estão as fotos http://delcueto.multiply.com/photos/album/128
De lírio
do
de talhe
Foto/divagação de Valéria del Cueto
da Série Parador Cuyabano
Detalhe.
Um pequeno detalhe
transforma a paisagem.
O que podemos fazer com a realidade?
Fotos no http://delcueto.multiply.com/photos/album/126.
Divagação sofismática de Valéria del Cueto da série Parador Cuyabano
VIOLAS ENLUARADAS NA CONCHA ACUSTICA DE POXOREO
Texto http://delcueto.multiply.com/journal/item/114
e fotos http://delcueto.multiply.com/photos/album/125 de Valéria del Cueto*
“Quando me perguntam como foi fundada a minha amada e doce Poxoréo?
Esta pergunta prezo responde-la, que é uma estrela caída do céu.”
O som dos acordes cresce e transborda pelo espaço cênico a ele destinado, se espalhando pelos arredores. Barracas, restaurantes, bares, por todo o lado, ouve-se o solo ponteado da dupla de violeiros. Botas, calça jeans, camisa xadrez e cinto de fivela prateada, Aurélio Miranda solta a voz para cantar a cidade em que nasceu, lado a lado com seu filho, Aurélio Filho. “Minha doce Poxoréo” arranca aplausos da platéia que lota a menina dos olhos dos habitantes locais. A Concha Acústica do Parque de Exposições de Poxoréo, cidade do interior do estado da Mato Grosso, tem o palco em forma de violão e abriga, nesta noite, a inspiração e motivo de sua construção: o 6º Encontro de Violeiros.
O texto continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/114
neste estão as fotos http://delcueto.multiply.com/photos/album/125
Eis o seu convite para o Encontro dos Profissionais do Carnaval Carioca.
Venha festeja-los conosco.
Um abraco
Equipe Plumas e Paetes.
Flor(es) miuda(s),
pequeno(s) botoe(s).
Explosao, cor, profusao.
imagens e texto de Valeria del Cueto
da serie Parador Cuyabano.
http://delcueto.multiply.com/photos/album/124
Passarinho ou macaco?
Texto e foto de Valéria del Cueto
http://delcueto.multiply.com/journal/item/113
Aqui, da janelinha do avião, tenho a minha primeira visão 2008 do cerrado que tanto amo. Ela foi de curta duração. O tempo do avião escalar a primeira formação de nuvens, em busca da altitude de cruzeiro e de uma certa estabilidade.
No momento, tudo sacode. Não muito, mas o suficiente para fazer das minhas letras garranchos que, espero, consiga decifrar quando for digitar estas linhas, literalmente mal traçadas, no SEM FIM.
"Aceita cereal? Tenho os sabores: castanha, banana ou coco" repete pela centésima vez a comissária de bordo. Prefiro abstrair. Sou do tempo em que as refeições dos vôos eram criações de chefs de cousine, quando ter um cartão da companhia aérea significava que podíamos solicitar comidas especiais como kosher e vegetariana, antes mesmo de embarcar.
leia mais no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/journal/item/113
PLUMAS E PAETÊS:
é o que merecem os profissionais
que fazem a festa do carnaval carioca!
Premiar os grandes profissionais que se destacam na criação, desenvolvimento e no fazer do carnaval carioca é mais um desafio pela divulgação da cultura brasileira. São eles que fazem desta festa o maior espetáculo popular do mundo.
Este é o objetivo da 4º Edição do Prêmio “Plumas e Paetês”, direcionada aos artífices e profissionais da festa carnavalesca no Rio de Janeiro, na sua maioria desconhecidos do público por atuarem nos bastidores, na construção artística da folia.
O 4º Premio “Plumas e Paetês”, acontecerá no Centro Cultural Cartola, Rua Visconde de Niterói, 1.296, Mangueira, dia 31 de maio, às 18 horas, com apresentação da Orquestra de Violinos do CCC, seguida shows e a entrega dos troféus que homenageiam o Centenário de Cartola aos profissionais escolhidos em 2008.
A valorização dos indivíduos que contribuem para o desenvolvimento sociocultural é a principal meta do Prêmio "Plumas e Paetês". Eles hoje fazem parte de um segmento com grande potencial econômico no ramo do entretenimento em crescimento em várias regiões do país.
A premiação é organizada por uma equipe de profissionais formados, em sua maioria, em Gestão de Carnaval, no Instituto do Carnaval, da Universidade Estácio de Sá. Para eles, a transformação da sociedade brasileira se dará através da cultura. Da grande diversidade e riqueza cultural existente no país e de seu potencial transformador provém esta certeza. Diversidade é, portanto, um conceito inteiramente ligado ao carnaval, por refletir as diferenças de expressões e pensamentos de cada comunidade e suas possibilidades de multiplicadoras.
Ficha técnica:
4º. Edição do Prêmio Plumas e Paetês
Sábado, dia 31 de maio, às 18 horas
Centro Cultural Cartola – Av. Visconde de Niterói 1.296
Entrada Franca (com a doação de leite em pó ou um quilo de alimento como contribuição para a Casa de Assistência às Crianças com Câncer do Estácio)
Produção: Plumas e Paetês
Informações
José Antônio Rodrigues – (21) 7897-2959 - carnavalplumasepaetes@hotmail.com
A terra do ar.
Drama,
mensagem.
Escrita!
da Série Parador Cuiabano, Valéria del Cueto
http://delcueto.multiply.com/photos/album/123
Pelos ares
Texto e fotos de Valeria del Cueto*
http://delcueto.multiply.com/journal/item/112
Nada a observar sobre o transbordo em Brasília para o vôo com destino a Cuiabá além dos vidros azulados dos corredores do aeroporto da Capital Federal.
Foi como o pit stop de uma escuderia de ponta da fórmula 1. Só deu tempo de andar do portão 4 até o 6 e entreouvir pelo rádio do atendente da companhia aérea "só falta a Maria Cueto". "Faltava", informei para o diligente rapaz que, imediatamente, anunciou ao chefe dos comissários da aeronave: "embarque completo".
Eficiência pensará você, caro leitor, talvez até emocionado, depois da cama feita pela fama dos percalços aeronáuticos do ano anterior. Não, companheiro, foi atraso mesmo, esclarecerei do alto de minha vasta experiência, adquirida cruzando os céus deste imenso Brasil.
O vôo do Rio chegou a Brasília 15 minutos depois do horário da partida da conexão para Cuiabá e esta aguardava a passageira que vos fala. Só eu vinha do Rio com destino a capital de Mato Grosso...
Tem mais no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/journal/item/112
Geo triz
Geo metria imaginária.
Sobra, quase nada.
Pouco insiste.
Cicatriz indomável
topo gráfia.
de Valéria del Cueto
no SEM FIM...http://delcueto.multiply.com/photos/album/122/
Começar mais uma...
Texto e foto de Valéria del Cueto*
http://delcueto.multiply.com/journaal/item/111
É em pleno vôo Rio Brasília que inicio minha viagem ao mundo mágico do centro-oeste. O destino final é Cuiabá, para onde retorno depois de dois anos de ausência. Durante este tempo, me concentrei em terminar meu curso superior, em Gestão Carnavalesca, no Rio de Janeiro.
O motivo inicial do deslocamento não poderia ser mais prosaico: renovar meu passaporte, a habilitação que havia vencido, e tirar uma nova via da minha carteira de identidade. E, já que a ordem é recuperar minha cidadania quase perdida, aproveitarei também pra regularizar minha situação eleitoral.
Por que sair do Rio de Janeiro e ir a Mato Grosso por tão pouco, perguntarão intrigados alguns amigos?
http://delcueto.multiply.com/journaal/item/111
TRADIÇÃO
Festa do Congo e farofa de banana
Voltei à capital com a alma e o corpo saciados da mais nobre cultura popular e com o sabor inesquecível da farofa doce e molhadinha
Valéria del Cueto
Especial para o Diário de Cuiabá
texto com acentuação correta no link
Eu já estava semi-pronta para encarar uma balada na noite de sábado na capita mato-grossense quando vi um boletim na TV informando a realização da Dança do Congo da Festa de São Benedito, em Nossa Senhora do Livramento, na manhã seguinte.
O apelo foi irresistível. Dei meia volta na proposta inicial de me esbaldar nos embalos noturnos cuiabanos e preferi economizar as minhas forças para registrar a festa livramentense que nunca havia assistido.
Confesso que cheguei atrasada. Perdi a missa, marcada para as oito da matina, assim como o chá com bolo que se seguiu e entrei na cidade por volta das dez da manhã, já com os grupos do Congo formados sob tendas no meio da rua, em frente a Casa de São Benedito.
Continua no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
Programação no http://www.cinemapopularbrasileiro2008.blogspot.com
del Cueto - assessoria e produção apresenta:
Chuva, suor e paixão. É o Império Serrano, última escola a entrar na Sapucaí na noite de sábado. Para vencer o Carnaval do Grupo de Acesso 2008, vários fatores foram importantes, inclusive a chuva que mexeu com o brio dos componentes.
Esta é uma homenagem ao espírito carnavalesco dos componentes imperianos.
Bateria do Império Serrano, comandada por Mestre Átila, livre interpretação da instalação de Marcia Lávia e Renato Lage, na Exposição Parangolhar, em exibição no Centro Cultural José Bonifácio e os olhos, o canto e a emoção de quem esteve lá. Dentro e fora da pista.
Imagens, audio e edição de Valéria del Cueto para o SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
Distração.
Dúvida.
Reciprocidade.
Fotos de Valéria del Cueto no Samba da Ouvidor, sábado de Aleluia
http://delcueto.multiply.com/photos/album/120
"Banco" de um dos times de futebol de areia do Leme.
Fotos de Valeria del Cueto no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/photos/album/119/AREIA_LEME
http://delcueto.multiply.com/journal/item/109
DO SERTÃO DE GOIÁS PARA AS RETINAS CARIOCAS
Para o Diário de Cuiabá
Vi a capa do DVD do longa de 77 minutos, na mão de Hugo Caiapônia, enquanto esperava o próximo encontro da rodada de negócios para a qual levei alguns projetos da del Cueto; assessoria e produção.
Na conversa jogada fora com outro produtor na mesma situação que eu, mencionei que era cuiabana por opção e adoção, o que fez que Hugo me olhasse com olhos de companheiro de agruras do centro-oeste. Acabamos trocando um dedo de prosa quando ele me contou que seu longa, exibido entre os 13 filmes selecionados para a Mostra do Filme Livre, era de Goiás.
DE ONDE?
Goiânia?, perguntei curiosa. Ele me respondeu: de Caiapônia. Olha que eu conheço o Centro Oeste, mas de Caiapônia, nunca tinha ouvido falar. Fica a 330 km da Capital e tem 17 mil habitantes, explicou Hugo...
continua no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/journal/item/109
Carnaval 2008.
Sapucaí, sábado, Grupo de Acesso.
Tudo (menos a campeã que virá depois) ao som da bateria de Mestre Átila entrando na avenida.
Imagens, audios, fotos e montagem de Valéria del Cueto.
Produção del Cueto - assessoria e produção.
http://delcueto.multiply.com
Carnaval 2008.
Sapucaí, sábado, Grupo de Acesso.
Tudo (menos a campeã que virá depois) ao som da bateria de Mestre Átila entrando na avenida.
Imagens, audios, fotos e montagem de Valéria del Cueto.
Produção del Cueto - assessoria e produção.
http://delcueto.multiply.com
Carnaval 2008.
Sapucaí, sábado, Grupo de Acesso.
Tudo (menos a campeã que virá depois) ao som da bateria de Mestre Átila entrando na avenida.
Imagens, audios, fotos e montagem de Valéria del Cueto.
Produção del Cueto - assessoria e produção.
http://delcueto.multiply.com
Flor do olhar
Olhar a flor...
Aqui o tem: registro perene do que muito encanta e pouco dura.
fotos e texto de Valeria del Cueto no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
Sem migo
com migo
Reflexo de Valéria del Cueto, idem para as fotos
PS Esta é a SEM, a COM está no
http://delcueto.multiply.com/photos/album/118
Caipirinha Appreciation Society
new show online | novo programa no ar
rootsyindiepostpopsambafunk
Se é difícil para uma banda explicar o próprio estilo, imaginem a nossa saia
justa quando nos pedem para definir o tipo de música que tocamos no programa
Caipirinha Appreciation Society. Para isso cunhamos o termo "além dos clichês" -
entenda-se daí o que se quiser. Nosso único compromisso é virar mundos e fundos
para desencavar os mais interessantes sons produzidos no amplo universo musical
brasileiro - presente, passado e futuro. Neste programa, por exemplo, vamos
apresentar muitos de vocês a uma excelente banda de São Paulo.
Vale escutar para descobrir.
[ P. S. ]
amigo, mostre sua cara:
ESSA quarta-feira tem festa do CAS na FOSFOBOX (rj).
venha mostrar seu apoio à causa da... bem... na falta de
melhor definição...
MÚSICA BRASILEIRA
ALÉM DO CLICHÊS!
mais info abaixo.
P R Ó X I M A
festinha [CAS]:
quarta-feira,
27 de fevereiro
: : : : : : : : : : : FOSFOBOX
NO PALCO:
banda café funquê
NA PISTA:
mdc suingue [ Caipirinha Appreciation Society ]
e convidados:
preto serra [ Festa Blax ]
jr tostoi [ banda Vulgue Tostoi ]
mbgroove [ Festa Eklética ]
Lista amiga [ R$ 10 ]
REPLY A ESTE POST COM NOME COMPLETO ATÉ 18h DO DIA 27
QUE TORCIDA É ESSA?
Texto e foto de Valeria del Cueto
Artigo no http://delcueto.multiply.com/journal/item/108
A esquerda do meu vídeo o Flamengo do lado oposto da tela o Botafogo.
Final da Taça Guanabara, Maracanã, onde o Rio é mais carioca nestes tempos de violência, impunidade e luta pela sobrevivência diária que nos devora no ano está começando. Ver esta massa apaixonada, este estádio lotado cantando é como uma ressurreição.
Todo mundo sabe que sou rubro-negra. O negro faz parte da minha condição humana. Meu pai sempre me chamou de Criola. Eu adoro o apelido que também tem sobre nome: Pé de Pato. A Criola Pé de Pato esta que vos escreve foi nadadora do Flamengo. Infantil e júnior. Meu Deus! Cada vez que vestia aquele uniforme, o abrigo do Flamengo, me sentia completamente orgulhosa da minha condição de atleta. Era mais que torcedora parte do Mengão, uma partícula da paixão que sempre me dominou.
Valéria del Cueto é jornalista e cineasta
http://delcueto.multiply.com
Na Wikipedia ele é descrito como "o maior compositor brasileiro de musica popular". Lá também diz que "ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação".
Ari Barroso mineiro de Uba, escolheu o Leme para morar... e ficar.
Aqui sempre foi muito bem tratado...
fotos de Valeria del Cueto no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
VOLTAR POR QUE?
Texto e foto de Valeria del Cueto
Descobri que o ano havia começado em pleno domingo. O Flamengo jogava com o Vasco na semi-final da Taça Guanabara e, como sempre, anotava mais um “evento” do freguês de carteirinha na sua caderneta esportiva. Mengo e Botafogo na final da primeira etapa do Campeonato Carioca?
Tomei tenencia, chutei a gripe pós-carnaval que pairava como uma ameaça ao meu inevitável mergulho na edição do vasto material que colhi na Sapucaí e... voltei pra
hidroginástica.
Você acha pouco? Não é não! Para trabalhar no carnaval havia trocado a noite pelo dia. Só assim dá para agüentar o tranco da virada dos desfiles. Todos os dias varando a madrugada.
E me perguntava; voltar pra que? É muito mais produtivo trabalhar no computador nas madrugadas, em silêncio e sem interrupções. Mas sempre fica a impressão (irreal e injusta, diga-se de passagem,) de errado. Uma certa sensação de culpa, de alguma coisa faltando...
Bom, de qualquer maneira, com o fim do horário de verão, as coisas mudam. Praia até depois das sete da noite, por exemplo, só daqui a alguns longos e invernosos meses.
Então o ano começa e é preciso voltar à realidade. Meu símbolo máximo de normalidade é a hidro, suspensa desde o final de janeiro, para a qual acordo as sete e meia da matina. Ui...








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