Chove lá fora, chove aqui dentro. Chove, chove, chove. Cheguei na chuva, que me pegou no caminho. O cheiro de terra quente molhada me fez reduzir ainda mais o passo que já era lento, preguiçoso e demorado, compassado pelos grossos pingarotes que começaram a se esborrachar, um a um, no terrenos dos jardins da fada (um dia pretendo apresentá-la a você, leitor companheiro, mas não agora). Decidi rumar para a rua da Piscina, sem número e comemorar a chuva com as plantas do jardim do chalé, recém podadas.
Como dizia, o cheiro da terra molhada quase me fez parar, no meio do caminho. Hipnótico, inebriante. Deliciosamente inebriante. Continuei no meu ritmo de cheiro de terra molhada, sabendo que em breve ele me libertaria e só ficaria fixado na minha imaginação olfativa.
É verdade. Você já reparou? Ele, o cheiro, é como uma onda. Única. Isso mesmo: vem, arrebenta e passa igualzinho a uma onda do mar só que, como já disse, única, solitária. O que fica depois no ar é só sua espuma espelhada, um leve aroma esquecido, um fino fio que nos lembra que a mãe natureza passou por ali.
Acabo de me estabacar. Literalmente. Ando numa fase de marcas e cicatrizes. Literalmente. A culpa não é da bicicleta. Não foi agora, nem quando entortei o pulso há uns dois meses atrás. Independentemente do fator locomotivo, o cerne da questão é mais prosaico: um jardim..Um lindo, ainda carente de pequenos/ grandes cuidados, enorme jardim e a casa que ele entorna é que tem me causado vários acidentes. Alguns maiores e outros menores. Com danos nem sempre proporcionais as sua conseqüências. Pequenos e insignificantes machucados podem representar enormes desconfortos.
A ponta do dedo indicador esquerdo furado num espinho pegando um ramo de flores da primavera junto ao portão, por exemplo, (gente, é o dedo esquerdo mesmo, por que sou canhota) pode parecer um nada. Mas fica muito quando, por entusiasmo ou descuido, (entusiasmo por não parar o serviço e descuido por, mesmo depois, não ter dado um trato mais profundo no local acidentado), o tal furinho virar um furão.
A gente precisa da ponta do indicador para um milhão de coisas. Entre elas, abotoar roupas, fechar zipers, lavar os cabelos e... escrever a mão. Explica-se assim, a falha da regularidade das crônicas quase sempre semanais que costumo publicar.
Texto e foto no Sem Fim..., de Valéria del Cueto
Sei que um lugar está em mim quando consigo me locomover em seu espaço com meus próprios olhos, sem as lentes de contato ou os óculos que corrigem minha deficiência visual, que não é pouca. Então, quando me pego guiada pelos meus registros pessoais, sei que estou quase em casa.
Alguns lugares, e nestes me sinto realmente em casa, sou capaz de percorrê-los até voando, tão nítidos estão dentro de mim. Voando nas asas da minha imaginação, fique bem claro, o que na verdade, não está. Pois o que vejo pensando não é imaginação, algo fantasioso. É totalmente real, à beira do palpável.
O apartamento em que nasci, no Leme (nasci numa clínica em Botafogo, mas só fui parida lá, acho que acordei pro mundo no Montese, a casa dos meus avós, na Gustavo Sampaio), é um desse lugares.
* Continua no Sem fim...
A onda que leva, traz
Texto e foto de Valéria del Cueto
Segunda feira, 2 da tarde. Estou na Ponta. Ainda. Usando o meu biquíni mais antigo. Aquele que de topo de linha de alguns anos atrás virou diário, até ser substituído por outros que vinham na fila. Verdade seja dita, fui em busca desta peça antiga por razões totalmente justificáveis.
Quero me sentir em casa. No meu canto. Íntima. Usual, contumaz, tipo mobiliário permanente. Mesmo que, vez por outra, como agora, precise me ausentar.
A raposa que me habita palpita: “É, está ficando mais frio, o inverno está chegando”, me diz, tentando o quase impossível: transformar essa luz perfeita, este espaço aberto e o murmúrio do mar nas uvas verdes de La Fontaine.
*Continua no link
Animação que conta a história de um menino que vive na zona portuária do Rio de Janeiro da década de 20 e testemunha o surgimento do Choro, quando encontra os grandes mestres pioneiros desse estilo puramente carioca.
Uma semana inteira - o que aconteceu/ o que está acontecendo/...e o que vai acontecer
Uruguaiana sem Administração, Direito, e ainda - filas para estudar, trabalhar...
Gente fazendo a noite acontecer, metodistas rezando, católicos sorteando, universitário se formando, gaudério cantando e muito mais.
http://tribunadeuruguaiana.blogspot.comhttp://twitter.com/jtribuna10
Cada mundo é uma esquina, ou cada esquina é um mundo? É o que me pergunto, enquanto espero alguém atrasado, numa delas.
Vejo a senhora gorda passeando vagarosamente com seu par apoiado numa bengala, o vendedor da loja de roupas masculinas jogando a guimba de cigarros no meio fio sem nenhum pudor ou vergonha, observado por uma criança que agarrada em sua mãe espera o sinal abrir e pergunta, inocentemente por que o homem suja seu próprio “entorno”.
Foi esse mesmo o termo usado pelo menino, de seus 9 anos. Ele deve ter guardado a palavra para usá-la no momento apropriado. A mãe arregala os olhos, pensando no que dizer para uma pergunta que só tem uma resposta: falta de educação.
Mas esta característica não é exclusiva do vendedor, que volta para o interior da loja pronto e revigorado para atender mais alguns possíveis clientes com suas mão cheirando a nicotina: o ônibus escolar dá seta para dobrar na avenida e segue em frente, quase pegando o ciclista entregador que, confiando na sinalização do veículo, cruza na frente dele, furando o sinal vermelho.
Na calçada a madame, com seu cachorrinho no colo, espera pacientemente sua hora de atravessar a rua movimentada. O cachorro usa sapatinhos coloridos para não sujar as patinhas e, posteriormente a casa de sua dona.
Em baixo da marquise, dorme um menino de rua, sujinho, sujinho, sem notar o rebuliço em volta, exausto por suas atividades noturnas, embaladas a cola, correria e pedidos de esmola. Está coberto por um lençol imundo e protegido por um papelão velho. É fácil conhecer sua história pelo "entorno", citado pelo menininho.
O sol aparece entre as nuvens, mudando o colorido local. Eu sigo esperando na esquina do mundo. Chegando de viagem e sem saber muito bem onde estou: Rio, Uruguaiana, Cuiabá? Só sei que não é nem Brasília, que não tem esquina, nem na Chapada dos Guimarães, onde as esquinas dormem o dia inteiro, menos as da praça central.
Não faz diferença. O mundo passa por mim e eu olho pra ele sempre interessada, sempre pronta para descobri-lo e, ao fazê-lo, me descobrir mais um pouco.
Quem me fazia esperar se aproxima, com um sorriso de desculpas pelo atraso iluminando o rosto. Digo que não me importo com o fato, por que aproveitei o tempo para observar o mundo daquela esquina. A pessoa me olha com estranheza. Não reajo, nem estico minhas explicações. Não é qualquer um que acha graça numa esquina.
Quando o mundo daquela esquina não pode ser visto, ela é apenas o que meu acompanhante vê. Uma esquina. E não um mundo...
Valéria del Cueto, para série Ponta do Leme, do SEM FIM... http://delcueto.multiply.com
Texto e foto de Valéria del Cueto
Quando você ler esta narrativa, o que agora escrevo e descrevo, estarei a milhares de quilômetros da minha realidade atual: uma canga (sempre ela) estendida no gramado dos fundos do chalé onde descanso do trabalho, nos finais de semana.
O vento balançando a gigantesca mangueira em plena floração, enche o espaço de micro florezinhas. Este perímetro, aí incluindo meus cabelos já salpicado de florinhas, é todo delas que também se abrigam na costura do caderno onde escrevo agora (e quase sempre) e até na a teia de aranha, construída na grade verde que protege a porta da cozinha.
Há alguns finais de semana que acompanho a construção dessa teia, torcendo para que dona Elza não passe por aqui com sua vassoura, o que agora, com a quantidade de florezinhas presas nas garras da aranha-mor, não vai demorar para acontecer. Na verdade, a teia só sobreviveu a faxina semanal por que vim mais cedo pra Chapada dos Guimarães essa semana e atrapalhei a concentração de Dona Elza jogando conversa fora, pra variar. Assunto entre nós é o que não falta.
* Continua no link
Pipas, pra que(m)
te quero?
Texto e fotos de Valeria del Cueto
Leves, alegres, saltitantes, preguiçosas, tensas, persuasivas, suaves, nervosas, agitadas, mansas, fugitivas, alegóricas, coloridas... Pipa é um substantivo capaz de comportar uma penca de adjetivos para definir seu espírito vigente, de acordo com o vento que a sustenta. Venho de um lugar de muitas pipas que, assim como as ondas do mar deste local, são originais, fugazes e perenemente inéditas a cada movimento.
Chame do nome que quiser: pipa, papagaio pandorga... Elas são para quem te quero. Mensageiras do amor e da dor. Para isso nasceram. Da dor quando servem de sinalização para o movimento das bocas e bandos. Do amor quando sobre a céu as milhares, como aconteceu na Faixa de Gaza há poucos dias. Um objeto tão simples, tão frágil representando tanto. Poderoso e expressivo, como a paloma de Picasso há tantos anos atrás.
Bambu, seda, farinha, água e a linha. O milagre está feito. E se repete, numa resistência silenciosa pelos “aís” onde passo. Uruguaiana tem o Julinho das Pipas que, entre um conserto de bicicleta e outro (olha a bicicletaria aí, gente!), encanta a garotada e transmite seu saber às gerações. O Tribuna de Uruguaiana publicou uma matéria sobre ele, o que me fez enredar essas narrativas.
*continua no link
Um ensaio na bicibletaria do Renato, na Chapada dos Guimarães. O texto está no SEM FIM..., se chama Paso Doble. As fotos idem * texto e fotos de Valéria del Cueto
Texto e foto(s) de Valéria del Cueto
Sempre que posso cumpro minhas promessas. Agora é uma dessas ocasiões. Pra falar a verdade, aproveito para fazê-lo em dose dupla.
Ora vejamos: Ontem conheci o Renato, o Chiquinho e Agata (vou chamá-la assim por que me esqueci de perguntar seu nome). A gata segue Renato onde quer que ele vá. É, digamos assim, a administradora/ guardiã do estabelecimento, competentíssima.
Renato é o proprietário e, como vocês podem ver, adora o que faz. Consertar bicicletas. Esperando a troca de um guidon, fuçando no depósito, descobri ser ali, no fundo da bicicletaria, uma das primeiras casas da localidade. A câmera digital entrou em ação...
Segue no link
Texto e foto(s) de Valéria del Cueto
Como satisfazer meus leitores espalhados por tantos brasis diferentes? É o que me indago, dividida entre o sul, o mar e o centro oeste. Atolada em registros inéditos dos caminhos que andeio, louca para publicá-los, mas pressionada pelas exigências dos editores e meu ritmo inconstante de produção.
Que não me proponho a cumprir a agenda factual em tempo real, eles, os editores Fred Marcovici, do Tribuna de Uruguaiana, e Lorenzo Falcão, do caderno Ilustrado do Diário de Cuiabá, já perceberam ( exceção feita ao carnaval do Rio, um compromisso com meu papel de gestora carnavalesca).
Mas quando o tema é a geografia do assunto, é uma puxação de brasa, cada qual para seu rio, do peixe que publicarão. Tudo da mesma bacia, desaguam no mesmo mar, mas diferentes em suas especificações e características pertinentes.
Continua no link:
http://delcueto.multiply.com/journal/item/269/
Texto e foto de Valeria del Cueto
Hoje e domingo, inicio da tarde. E claro que nao estou na Ponta do Leme e, portanto, nada de almoco com minha vo, que e de lei. Lamento Paulinho e amigos do Da Brambini, mas hoje passarei sem o ravioli de abobora e outros classicos do menu. Tambem estou longe da paleta de ovelha, da salada de cebola - ambas da safra do tio Newton- e da costela di-vi-na do Nilson, marido da Juca, minha prima, ai em Uruguaiana.
continua no link
É tudo contigo!
de Valéria del Cueto
Tão longe, de ti distante. Porém sempre guardando referências , Uruguaiana. Mas é fácil ser lembrada de lembrar. Aqui, em terras mato-grossenses, tem Carnellutis e Furlans. Por estas plagas cuiabanas já passaram Fitipaldis, por exemplo. E olhe, caro leitor, que falo apenas da capital. Se a gente der uma olhada no restante do estado de Mato Grosso quantas outras semelhanças e parentescos encontraremos?
Não sou mulher de abandonar minhas gauchices. Assim como também não dispenso a minha carioquice do Leme ou minhas referências belavistenses.
Continua no SEM FIM.... Passa lá!
Pois nao e que cheguei na capital de Mato Grosso na vespera da reabertura do Cine Teatro de Cuiaba?
Descendo a Getúlio Vargas, ao cair da noite calorenta, em direcao ao epicentro cultural da temporada, vi por que a obra demorou tanto. Isso, pensava eu com meus cordoes, observando o esforco para estender o tapete vermelho que "ornou" o asfalto em frente ao antigo prédio, contruído por Julio Muller, para a passagem do governador e a primeira dama. Em vez de deixarem o bichao rolar avenida abaixo, foi no muque que ele foi estendido, por diligentes funcionarios, rua acima...
A noite mal comecava.
Mais detalhes e fotos exclusivas no sem fim...
Ao bom entendedor, um detalhe como esse basta!
Veja fotos cuiabanas da espera pelo resultado da escolha das sub-sedes da Copa de 2014, na série Parador Cuyabano, no SEM FIM...
Tenho tido mais trabalho em "interpretar" as fotos que faço do que propriamente em tirar a foto, fazer o registro.
O que me encalacra são os tons que descubro depois. E, penso eu, estão ocultos a espera de um segundo e revelador vislumbre. Depois mesmo, dando um tempo respirar, esquecer e, então, jogar um novo olhar sobre o que captei.
Quando usava filme era mais fácil, por que o preço da película e sua revelação limitava minha fome fotográfica. Isso poderá ser visto claramente quando alguém analisar o material que faço desde 1986, quando comprei minha primeira câmera: se as finanças iam bem, muitas fotos. Quando o caixa esvaziava a produção miava.
O processo digital embolou meu meio de campo e está causando um engarrafamento no meu processo criativo. De vem em quando encontro "rolos" digitais, que guardei para descobrir depois.
São fragmentos que talvez não façam nenhum sentido quando retirados do contexto em que foram feitos ou, ao contrário, ganham sentido quando isolados, destrinchados e/ou lapidados.
A fotografia é, para mim, um puzzle infinito, onde cada imagem pode ser vista por um prisma diferente, com matizes de luz incidindo no seu conteúdo, explícito ou implícito. Conforme o caso. Tudo depende do que a alma do meu olhar quer ver. Estas são as imagens que busco e publico no SEM FIM...http://delcueto.multily.com
Texto e fotos de Valéria del Cueto, da série Fronteira Oeste do Sul.
Dos pampas de Uruguaiana,
flores do jardim de fora.
Algumas, do refúgio.
Outras, abusadamente exuberantes,
mesmo no meio da seca de fim de verão.
Fotos de Valéria del Cueto, para a série Fronteira Oeste do Sul do SEM FIM... Feitas depois de uma costela assada, "lá fora" com a Juca e o Nilson. quem não ia se inspirar...
Tem mais no SEM FIM...
O ÓPIO DO POVO
Texto e foto de Valéria del Cueto
Uma e meia, em plena segunda feira e estou na praia. É, é isso mesmo. Pode pensar o que quiser. É verdade. Seus pensamentos são parcialmente verdadeiros. Por que não é vagabundagem, é necessidade eminente.
Corri pro refúgio mais seguro que conheço. O local que testemunha minhas dores e alegrias. Aqui, sou eu e ele, seja lá quem for. Faça sol ou faça chuva.
Hoje o mar ruge por mim. Tá poderoso, mexido. Na medida número de surfistas na água, o percentual resultante é de um dígito a direita da vírgula. Um ser solitário se arrisca entre as valas, a correnteza puxa.
As metáforas dizem tudo. São elas também que mostram o caminho a seguir: o tempo. Ele é um sinal de maturidade. Pelo menos no meu caso. De tanto correr com ele, aprendi a deixá-lo correr. Foi na porrada, mas um dia a ficha caiu. Aí a gente vai ficando mais velho esperando, em vez de empurrar.
Mas não foi isso que me trouxe pra cá. Aliás, a causa nesse caso é o de menos. Importa é a conseqüência. Ou melhor, a sequência. E essa, me é totalmente favorável.
PortanTo, matogrossenses amigos, cuiabanos queridos, eleitores uruguaianenses , povo do meu Brasil do Sem Fim. Acompanhem-me nos próximos takes dessa cena, cujo início da sequencia vocês já registraram no filme da minha vida que inclui todos vocês, leitores fiéis.
SEQ XX - Praia do Leme – exterior/dia -
Take 01 – Ela olha para frente e vê Copacabana estendida a luz do início de tarde. O céu está estupidamente azul, bandeiras tremulam agitadas nas poucas barracas espalhadas na areia.
Take 02 - PV da mulher – Seu olhar passeia vagarosamente pela dupla ao longe que joga frescobol, o homem que exercita o cachorro, o rapaz solitário que olha o mar. Acompanha o casal que caminha na beira da água e o helicóptero vermelho dos bombeiros que fiscaliza a orla ressaqueada.
Take 03 - Seu corpo vai girando em direção a pedra do Leme, seu olhar se fixa na passagem do vendedor de chapelão que grita “Olha o mate, mate limão” e se distrai, seguindo o vôo de uma pomba até o colorido da bolsa de praia chama atenção.
Take 04 - Ela sorri. Larga a caneta e o diário de bordo onde escreve, em cima da canga do Biscoito Globo - de sal. Desarma-se pra vida.
Take 05 - Tira da bolsa o objeto que chamou sua atenção. É um jornal, o caderno de esportes. Na capa, vermelha e preta, em letras brancas garrafais, a manchete: cinco vezes tri. Acima de tudo rubronegro. 31 X campeão. E mergulha...
PS: Danem-se os problemas, adiem a crise. A minha e a de todos os que ontem, lavaram a alma. Aqui, agora, tudo é passageiro, menos a alegria de ser... rubronegra.
Depois a gente pensa no resto!
Valéria del Cueto, para série Ponta do Leme, do SEM FIM...
Galeria faz tempo,
engraxate com tempo,
grade no tempo,
local do tempo,
profissao sem tempo,
gaveta sob o tempo,
folhinha pro tempo,
do tempo, tempo, tempo, tempo....
Fotos de Valéria del Cueto do engraxate que durante muitos anos movimentou o funda da então elegante Galeria Roxy, em Copacabana para o SEM FIM...
Mais tempos do Roxy http://delcueto.multiply.com/photos/album/175
Cada um no seu lugar,
em cada lugar, seu sonhar.
Pro sonhar de cada um.
Fotos de Valéria del Cueto para a série Fronteira Oeste do Sul do SEM FIM... Feitas numa manhã preguicenta "lá fora" com a Juca.
Sambista:uma aventura legal pra cachorro
Texto de Valéria del Cueto
O tempo que levei para escrever sobre o livro A Escola do Cachorro Sambista, de Felipe Ferreira, com ilustrações de Marina Massarani, da editora Ática pode servir como ponto favorável na avaliação da publicação.
O livro foi lançado antes do carnaval, numa livraria do Leblon e, como no dia do evento não tive como comparecer, enviei uma embaixada infanto-juvenil para me representar e trazer meu exemplar autografado pelos autores.
Isso foi antes da temporada de folia. De lá para cá, férias, viagens, volta às aulas e muitos outros eventos impediram que Sambista e sua escola de samba chegasse ás mãos sua legítima dona, no caso, esta que vos escreve. A verdade é que foram necessárias várias “intimadas” até que o resgate da obra se concretizasse.
Continua no link
Força/ferro
Prisão.
Corrente da alma...
Fotos de Valéria del Cueto para a série Fronteira Oeste do Sul do SEM FIM... Feitas numa manhã preguicenta "pra fora" com a Juca.
*Veja no link: http://delcueto.multiply.com/photos/album/171/
Da janela do meu ônibus no caminho entre Porto Alegre e Uruguaiana vi, depois de muitos anos de ausência, o por do sol nos pampas. É uma visão de muitos significados e lembranças.
Enquanto tirava as fotos, filosofava sobre o paradoxo de estar imóvel dentro do ônibus, ao mesmo tempo em que me movia de forma tão rápida que não podia ver e fotografar. Tinha que fotografar o que via. Por que se olhasse primeiro para fotografar depois, já não poderia mais registrar o que havia visto.
Viajar horas num ônibus leva a gente a ter tempo para pensar. A luz especial do final do dia inspira o exercício mental e o pensamento foi para outra questão que fazia toda a diferença naquele instante. Sentia fome.
Nem que fosse da minha comida que não é lá essas coisas, mas tem seus bons momentos. A conclusão foi consequência. "O pouco que cozinho, é com o por do sol. Nunca haverá outro igual..."
Ainda restavam algumas horas de viagem, em que tive de me alimentar de por do sol gaúcho. Comida mesmo só veria em Uruguaiana na hora do jantar. Não, mais longe ainda, só na Argentina. Nesta noite fui jantar com os jornalistas Fred Marcovici e Rubens Montardo, em Passo de Los Libres. Era o início do meu reencontro com o Pampa e seu povo...
Texto e fotos de Valéria del Cueto
da série Fronteira Oeste do Sul para o SEM FIM...
Link para o restante das fotos de VIDRO
Na segunda feira, dia 13, publiquei uma notinha no Papo de Boteco, intitulada Tupi or not Tupi. Era sobre o passeio que o presidente Lula fará ao Campo de Tupi, na bacia de Santos, no Dia do Trabalhador. Falava da entourage al mare às custas do contribuinte, com direito a pernoite no navio.
No dia seguinte, passando em frente ao Copacabana Palace, na Avenida Atlântica, Rio de Janeiro, eis que o cavalo passou encilhado, pronto para ser fotografado pela minha Lumix de bolsa. A comitiva estava lá. Fotografei.
Uma das fotos está aí em cima clique nela para ver as restantes no SEM FIM...
Tardinha aponta para a chama.
Sombra no arvoredo.
O dia se esconde,
noite que embrulha o campo.
Fotos de Valéria del Cueto para a série Fronteira Oeste do Sul do SEM FIM... Feitas num fim de tarde delicioso no "pra fora" do Nilson e da Juca.
*Veja no link: http://delcueto.multiply.com/photos/album/168/
Um paraíso me leva a outro. É isso mesmo. Assim que a Semana Santa passar, saio da quaresma e parto pra Bahia.O berço do Sem Fim..., o curtametragem “História Sem Fim... do Rio Paraguai – o relatório”, resultante da expedição pelo Rio Paraguai, entre Cáceres e Corumbá tem essa característica. Leva-me do Pantanal para outros paraísos brasileiros. Desta vez, para o Arraial d´Ajuda Cine Fest. Mal e mal consegui começar a mostrar o que produzi com minhas câmeras em Uruguaiana e já parto pra outra captação. Este é o tipo de “captação” que estou apta e tenho vocação pra fazer. De imagens, sentimentos e costumes.
Toco nesse assunto por que, esta semana, participei de outra aventura, bem diferente da que descrevo aí acima. Por necessidade premente e urgente, tive que realizar uma missão burocrática na ANCINE, a Agência Nacional de Cinema, no centro do Rio de Janeiro.
Fui parar lá por total incapacidade técnica (e olha que sou fera na informática) de extrair das entranhas da rede um DARF pra pagar o CONDECINE, a taxa (!) que somos OBRIGADOS a pagar para que nossos filmes sejam exibidos nos meios de comunicação e afins.
Bom, pagar pra exibir curtas já é uma piada, já que o mundo sabe que curtas não são bens comerciais, não dão lucros pros loucos que os fazem. Mas... que seja, ou melhor seria. Do verbo não vai ser sem um pitstop ao órgão regulador da atividade.
É, por que não consegui sequer dar a partida no preenchimento internético da guia para o pagamento. Só para preenchê-la existe um passo a passo para ignorantes como eu de 12 (eu disse DOZE) páginas de um PDF. Isso, se você tiver sorte do seu telefonema para esclarecimentos ser atendido um gentil funcionário que faça o alerta: “Primeiro aprenda como preencher, por que se você começar e tiver dúvidas, o sistema fica inoperante pelo tempo parado e você tem que voltar para o início de novo”.
Tudo muito bom, tudo muito bem, não fosse o fato de que, justamente esta semana venceu o registro da minha humilde e diminuta empresa junto à Agência. Ou seja: a Ancine desconhecia solenemente minha necessidade básica...
Como estava por aqui, resolvi trocar a praia na Ponta do Leme pelos corredores da Ancine e visitar minha santa protetora no local(Graças a Deus eu a tenho!). Bom, lá fui eu: ônibus, metrô, Cinelândia, Graça Aranha.
Na rua é impossível não descobrir rapidamente onde é o prédio da Ancine. A placa com a marca mor da burocracia do cinema brasileiro é enorme e, definitivamente, não orna com o prédio antigo de fachada e paredes de mármore. Por dúvida das vias, você não vai se perder, caso se intimide. Olhai pro céu, olhai pro chão. Nele, no tapete e/ou capacho, a logo se multiplica. Aliás, está replicada em vários materiais, tramas e metais. Impressiona.
Principalmente por que temos muito tempo de observá-las, enquanto somos inquiridos sobre nossas reais intenções no edifício, por uma não tão gentil recepcionista que, depois deperguntar onde, quando e por que você quer falar com alguém, pede a identidade, tira sua fotografia e, finalmente, entrega o valioso crachá que permite seu acesso ao templo da sétima arte, aquela que você pensa produzir .
Uma roleta aqui, um elevador ali (com mais logos espalhadas) e chegamos ao nono andar. Ao corredor do nono andar. E dele, no passaras, caro cineasta. Seja pra regularizar sua empresa, seja pra provar que seu filme é brasileiro, seja pra conseguir o boleto pra tirar seu CONDECINE.
No meio do caminho você vai se sentir, como eu, uma ignorante por desconhecer o procedimento apropriado e correto para cada ação do “game”. É, mas não se preocupe, pois você não é o único. Nem eles se entendem. O que é exigência de uma parte, não pode ser dada pela outra sem que algum porém impeça seu movimento. É kafkaniano.
Já disse: não se preocupe. Você não está virando barata. É o alimento dela. E, ali, se sente no seu estômago, sendo digerida pouco a pouco. A sensação não é apenas intelectual e sentimental. É física mesmo. Só os moradores de cidades com um clima parecido com o das ruas de Cuiabá não se sentirão incomodados com o local.
Acredite. No tal corredor, no qual somos recebidos e despachados (com direito a cafezinho, é verdade), onde existem duas mesas e parcas cadeiras impedindo nosso acesso às salas refrigeradas, o calor é senegalesco!
Nada de ar. Nem refrigerado nem circulando. Ainda ouvi um comentário interessante da heróica funcionária obrigada a abandonar sua sala climatizada pra resolver nossas inúmeras pendengas: “Você deu sorte. Como hoje está fresquinho o bafo do ar que entra por esta fresta de basculante não está muito quente, imagina num dia de calor.”
Cheguei a conclusão que o ambiente é uma forma de mostrar como somos bem vindos a nossa própria casa. Quanto mais rápido o desconforto atingir níveis insuportáveis, mais veloz é nossa passagem pelo pedaço.
Foi assim, que agradecendo de coração a ajuda dos muito gentis funcionários, que fizeram tudo para aliviar meu sofrimento, consegui sair para pagar a tal taxa. No banco, que já havia fechado, ao me dirigir ao caixa eletrônico, tive a oportunidade de vivenciar (detesto essa palavra) a última facilidade para realizar minha tarefa: como não tem código de barra, só é possível pagar o documento na boca do caixa. Tudo bem moderno e ágil, como deve ser no mundo atual.
O que vocês estão pensando? O caminho do purgatório ao paraíso é assim. Apenas um passo e algumas tarefas burocráticas os separam. Como é tempo de ressurreição, este é um bom momento pra desejar a todos os leitores que a vida se renove. Desta vez, sem tantapapelada e exigências emperrantes e brochantes.
Boa Páscoa para todos nós e viva o cinema nacional!
Valéria del Cueto é jornalista, cineasta, gestora de carnaval
*A foto que ilustra o texto faz parte do acervo do projeto Sem Fim... do Pantanal Este artigo faz parte do Sem Fim delcueto.cia@gmail.com
Texto e fotos de Valéria del Cueto para a serie Fronteira Oeste do Sul do SEM FIM...
Acordei de um cochilo no meu canto do ônibus, na viagem entre Porto Alegre e Uruguaiana, próximo ao Alegrete, terra da minha avó, Ena.
Pela janela comecei a tentar fazer algumas fotos que mostrasse, mesmo de maneira restrita, a região em que ela nasceu e sei, onde não volta há muitos e muitos anos.
Quem é riograndense ou já ouviu música nativista gaúcha, certamente conhece o clássico chamado Canto Alegretense.
Eis a letra da composição de Antonio Fagundes e Bagre Fagundes que foi meu fundo musical mental enquanto tirava as fotos e via a o tempo passar, a caminho de Uruguaiana:
Não me perguntes onde fica o Alegrete, segue o rumo do teu próprio coração Cruzarás pela estrada algum ginete e ouvirás toque de gaita e de violão.
Pra quem chega de Rosário ao fim da tarde ou quem vem de Uruguaiana de manhã tem o sol como uma brasa que ainda arde, mergulhado no rio Ibirapuitã.
Ouve o canto gauchesco e brasileiro desta terra que eu amei desde guri Flor de tuna, camoati de mel campeiro; pedra moura das quebradas do Inhamduí.
E na hora derradeira que eu mereça ver o sol alegretense entardecer como os potros vou virar minha cabeça para os pagos no momento de morrer.
E nos olhos vou levar o encantamento desta terra que eu amei com devoção cada verso que eu componho é um pagamento de uma dívida de amor e gratidão.
Pois é. Quando recorri ao youtube em busca um vídeo de Canto Alegretense, encontrei a versão o que apresento a seguir. Me senti como minha vó se sentiria se pudesse voltar e ver sua terra. Tive um certo estranhamento, mas sempre soube que esse ritmo gaúcho ia dar rock...
Agora é nós
Texto e foto de Valéria del Cueto para o SEM FIM...
Não tem escapatória. Esgotei todas as boas razões pra adiar este momento. As boas e as más. Tanto que, no momento, cometo a exceção de escrever direto no computador. O que isso significa? Que não tive um tempo pra mim na última semana. Se este momento especial tivesse ocorrido, certamente teria sido redigido à mão. Em qualquer lugar, menos no escritório.
Nada contra o escritório e tudo a favor da pausa contemplativa que sempre foi um elemento essencial na minha concentração produtiva. Mesmo quando era na fila de um banco ou de um cartório, por exemplo, o que várias vezes aconteceu na minha estadia em Mato Grosso, no ano passado.
Continua no SEM FIM...
Visões espaciais de Uruguaiana do hotel Glória e do tradicionalíssimo Edifício Pequeno Príncipe. Catedral, prefeitura, cinema, Clube Comercial.
Tudo tapado pela vegetação exuberante da Praça Barão do Rio Branco.
Pra começar...
No mais, é através das janelas que conhecemos a vizinhança.
Texto e fotos de Valéria del Cueto para a série Uruguaiana - Fronteira Oeste do Sul, do SEM FIM...
Recuerdos, lembranças
e uma certeza: voltarei....
Texto de Valéria del Cueto
Foto do acervo de João Carlos da Nova
Consegui, a muito custo, voltar à beira mar, minha ponta de pedra visual aqui no Leme, Rio de Janeiro.
Mesmo assim, continuo por aí, andando pelas ruas da cidade, explorando os recantos uruguaianenses. Nem bem saí e já listava na memória as coisas e lugares que ainda preciso visitar, espero que em breve.
Isso mesmo. Minha pesquisa sobre Passarinho mal começou. Quero mais! Como saber o que há sobre ele nos arquivos da TV Uruguaiana, agora TV RBS. Apesar do meu esforço, não consegui checar com a Maria Helena o material existente, gentilmente levantado pela gerência local. (A falha, que fique clara, foi minha. Me enrolei entre as idas e vindas da última edição do Tribuna). Foram eles que me indicaram outro caminho possível, já que RBS, de Porto Alegre comprou a Leopoldo Som, pra quem o material das Califórnias gravado em vídeo (e que Luciano Maldonado cuidou com desvelo e muito cuidado), foi entregue creio que ainda no milênio anterior.
Também fiquei de voltar ao Arquivo Público Municipal, no Centro Cultural, ali na praça, onde achei parte do material publicado sobre César Passarinho. Foi lá que encontrei o enredo feito pela Academia de Samba “Os Cevados”, em 1999. No enredo Passarinho, carnaval e nativismo, mais uma vez meu amigo passarou pela avenida, agora como homenageado. Como terá sido o desfile? Será que existem fotos?
Também preciso garimpar nas pastas de cada Califórnia. Sorte que o arquivo é muito bem organizado. Por isso sei das múltiplas possibilidades que me esperam na minha próxima visita a Uruguaiana.
Na verdade, existem muito caminhos para encontrar registros e testemunhos espalhados por aí. Pequenas histórias, fragmentos que compõem um mosaico de lembranças a serem catalogadas.
Mas sinto que comecei bem, com a ajuda de todos os que “buscaram” comigo, por exemplo, a gravação de Passarinho puxando sambas de enredo dos Rouxinóis.
Quem começou foi a Juca, carnavalesca de fé que, aos dois anos já ia para a esquina de sua casa, embalada pelo batuque dos ensaios no Laço do Amor. Eita memória, a da guria.
João Carlos da Nova e seu pai, o Zé da Nova, procurando a gravação encontraram a foto de Passarinho criança, posando com um grupo junto ao estandarte da escola do seu coração. Passamos por tia Regina, tia Gilda e finalmente, Magda Gonçalves, a fiel guardiã da gravação que procurávamos: o CD comemorativo dos 50 anos dos Rouxinóis. Todo mundo ajudou.
Conto essa epopéia pra você, leitor, para sensibilizá-lo em relação ao apelo que faço a seguir: Revire seu baú, dê asas às suas lembranças e me ajude a encontrar outras pequenas peças do mosaico que foi a trajetória de Passarinho entre nós. Vale tudo: fotos, áudios, lembranças, histórias e impressões.
Até a primavera quando, espero, voltarei novamente a estes pagos.
PS: Aguardo sua colaboração. É fácil me encontrar pelo email delcueto.cia@gmail.com
Passarinho desfilou pela primeira vez nos Rouxinóis como baliza, aos 7 anos, levado por sua mãe, Eloy, fundadora da escola.
Ele foi puxador dos sambas dos Rouxinóis na década de 70.
1973 - Reminiscencias do Carnaval, de Edson Camargo Evangelho - intérprete: César Passarinho
1974 - Zumbi, o Rei Negro dos Palmares, de Wandeley Gonçalves - intérpretes: César passarinho e Wanderley Gonçalves
1975 - Glória e Esplendor do Cassino da Urca, de Magda Gonçalves e Wanderley Gonçalves - intérprete: Wandeley Gonçalves
1976 - Poemoas dos Heróis do Sertão, de Wandeley Gonçalves - intérprete: César Passarinho
1978 - Praça Onze em Show Maior, de Wandeley Gonçalves - intérpete: César Passarinho
Esta gravação foi gentilmente cedida Magda Gonçalves. A foto é do acervo de Zé da Nova e João Carlos. Passarinho está a direita
Este é o esquenta da escola de samba campeã do Grupo Especial do Carnaval Carioca 2009, o Salgueiro.
O samba enredo é puxado por Tinga e desenhado pela Furiosa, a bateria comandada por mestre Marcão. O enredo é "Tambor", do carnavalesco Renato Lage. O último carro alegórico homenageia, com a presença de vários mestres, Mestre Loro, comandante da Furiosa, que morreu ano passado.
* como a banda aqui desde canal está acabando, abri um novo Podomatic, o http://semfim-carnaval2009.podomatic.com
nele será postado todo o material do carnaval 2009. Sempre haverá chamadas para os links carnavalescos
** Material captado por Valéria del Cueto, para o projeto SEM FIM... Carnaval 2009, da del cueto - assessoria e produção.
O banho que a Beija Flor trouxe para a Sapucaí começou, um pouco mais cedo, com o casamento de seu intérprete, Neguinho da Beija Flor no primeiro recuo de bateria.
Feliz da vida, ele partiu para a Marquês de Sapucaí com todo o gás...
Ouça o esquenta da 5 escola a desfilar no domingo no SEM FIM... carnaval 2009
* registro de Valéria del Cueto, para o projeto SEM FIM... no carnaval 2009, da del Cueto - assessoria e produção
A Mangueira desfilou na segunda feira e se classificou em 6 lugar no carnaval carioca em 2009 . Seu enredo foi " A Mangueira traz os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro". Mestre Taranta comanda a bateria. Luizito puxa o esquenta e o samba da verde e rosa que canta " a cara do povo".
Ouça o áudio no link ou no player aí embaixo.
* Material captado por Valéria del Cueto, para o projeto SEM FIM... Carnaval 2009, da del cueto - assessoria e produção.
** Conheça o SEM FIM...
A Portela, ficou em terceiro lugar no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro 2009 com o enredo " E por falar em amor, onde anda você?". Foi a quarta escola a desfilar na segunda feira.
O samba de Ciraninho, Wanderley Monteiro, Diogo Nogueira, L. C. Máximo e Júnior Escafura foi puxado por Gilsinho e desenhado pela bateria de Mestre Nilo.
Ouça o esquenta no link
* Material captado por Valéria del Cueto, para o projeto SEM FIM... Carnaval 2009, da del cueto - assessoria e produção.
O ensaio técnico da Viradouro, que vem este ano com o enredo " Vira, Bahia, pura energia" teve o carnavalesco Milton Cunha, desempenhando um papel especial: ele trouxe para a Sapucaí, ao som de toques de atabaques, Exú. Não vou descrever o que aconteceu na avenida. Veja na matéria A interação entre religião e carnaval do Carnavalesco
Pra sentir o clima do espetáculo, assista o vídeo aqui no SEM FIM....
* fotos, textos e registro audiovisual de Valéria del Cueto
Coube a Beija Flor, campeã do último carnaval, realizar os testes de som e luz da Marquês de Sapucaí, no domingo que antecede a folia.
Este é o esquenta da escola de Nilópolis, puxado por seu intérprete Neguinho da Beija Flor.
Uma das novidades do ensaio foi a presença de Manoel Dionísio, criador da Escola de Mestre Sala e Porta Bandeira, fundada há 18 anos que, convidado por Laíla, anunciou que desfilará pela azul e branco. Na foto, ele e a Porta Bandeira Selminha Sorriso, minutos antes da entrada da escola na passarela do samba.
* material captado por Valéria del Cueto, para o SEM FIM..., projeto da del Cueto - assessoria e produção
"Imperatriz... Só quer mostrar que faz samba também", é o enredo da Imperatriz Lepoldinense, escola de Ramos, para o carnaval 2009.
Por conta do seu enredo, que fala da história do samba no bairro, a escola tem feito seu esquenta dos ensaios técnicos, não ao som de antigos sambas de enredo da agremiação, mas com sambas e marchas que literalmente têm sacudido a Sapucaí.
No ensaio técnico de sábado, 14 de fevereiro, foram 18 minutos carnaval como antigamente, nos tempos em se brincava carnaval. É isso que a escola tem conseguido fazer nos ensaio técnicos, para alegria dos frequentadores do Setor 1 e adjacências...
*A Imperatriz Leopoldinense será a terceira escola do Grupo Especial a desfilar na segunda feira de carnaval, na Marques de Sapucaí, Rio de Janeiro.
** Este registro foi feito por Valéria del Cueto para o SEM FIM..., da del cueto - assessoria e produção
No Sem Fim... http://delcueto.multiply.com
Trechos do ensaio técnico para o Carnaval 2009 da Viradouro, janeiro de 2009, Sambódromo, Rio de Janeiro.
Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com
No Sem Fim...http://delcueto.multiply.com
Trechos do ensaio técnico para o Carnaval 2009 da Mangueira, janeiro de 2009, Sambódromo, Rio de Janero.
Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com
More about delcueto´s in youtube?
See http://br.youtube.com/user/delcueto
O lançamento do novo Cd do compositor de "Agoniza mas não morre" será na segunda, dia 02 de fevereiro, às 19:30, no Teatro Rival, Cinelândia, Rio de Janeiro.
Conheça em seu Portal sua obra e ouça o programa de rádio Riquezas Musicais que ele apresenta no site. É saboroso!
T E M P O D E F Ú R I A
Texto e foto de Valéria del Cueto
Sua vida está boa? O céu da sua rota de vôo está de brigadeiro? Já sei. É hora de algo dar errado, de você passar uma raiva básica. Hum... Está tudo tão bom que nada pode atrapalhar seu bom humor? Aqui, em Cuiabá é fácil quebrar esta escrita e transformar sua vida, rapidinho, num inferno.
Como? Pegue aquele pepino básico, tipo a atualização da documentação da sua antiga motocicleta e tente resolve-lo no inferno da terra no CPA, o Detran.
Na primeira ida pegue as tarefas da sua gincana. Na segunda, já acreditando ter nas mãos tudo o que é necessário para descascar o pepino em pauta, prepare-se para conhecer o purgatório do inferno, ou o inferno do purgatório, como preferir.
Continua no SEM FIM...
Valeria del Cueto é jornalista e cineasta
liberado para reprodução com o devido crédito http://delcueto.multiply.com
Este artigo faz parte da série Parador Cuyabano
Imagens do primeiro ensaio técnico da Portela, dia 20 de dezembro de
2008. Experimentação de fotografar em RAW e operar simultaneamente a
câmera de vídeo da Lumix, o que pretendo fazer durante o desfile de
2009, gravando em vídeo na armação, na dispersão e fotografando na pista.
A maior dificuldade é na finalização. Como não tenho experiência,
demorei demais...
A série começa com as fotos de Dodô
Prossegue com Portela - ensaio técnico
e se encerra com De Azul e Branco
O vídeo http://delcueto.multiply.com/video/item/24 vocês já conhecem.
Abraço
Valéria del Cueto
Obama assume a presidência dos EUA no dia de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro. Aqui, no sincretismo religioso São Sebastião é Oxóssi.
Veja um trecho publicado na Wikipédia sobre Oxóssi:
"Seus instrumentos de culto são o ofá (arco e flecha), lanças, facas e demais objetos de caça. É um caçador tão habilidoso que costuma ser homenageado com o epíteto "o caçador de uma flecha só", pois atinge o seu alvo no primeiro e único disparo tamanha a precisão. Conta a lenda que um pássaro maligno ameaçava a aldeia e Oxossi era caçador, como outros. Ele só tinha uma flecha para matar o pássaro e não podia errar. Todos os outros já haviam errado o alvo. Ele não errou, e salvou a aldeia. Daí o epíteto "o caçador de uma flecha só".
E outro:
"Oxóssi é o arquétipo daquele que busca ultrapassar seus limites, expandir seu campo de ação, enquanto a caça é uma metáfora para o conhecimento, a expansão maior da vida. Ao atingir o conhecimento, Oxóssi acerta o seu alvo. Por este motivo, é um dos Orixás ligados ao campo do ensino, da cultura, da arte. Nas antigas tribos africanas, cabia ao caçador, que era quem penetrava o mundo "de fora", a mata, trazer tanto a caça quanto as folhas medicinais. Além, eram os caçadores que localizavam os locais para onde a tribo poderia futuramente mudar-se, ou fazer uma roça. Assim, o orixá da caça extensivamente é responsável pela transmissão de conhecimento, pelas descobertas. O caçador descobre o novo local, mas são os outros membros da tribo que instalam a tribo neste mesmo novo local. Assim, Oxóssi representa a busca pelo conhecimento puro: a ciência, a filosofia."
Tomara que tais qualidades sejam devidamente incorporadas por Barak, fazendo parte do mapa astral de seu governo.
A ponta de lá, vista da ponta de cá.
" No mar estava escrito uma cidade", diz Drummond com seu ar de todo tempo, sentido-se refletir no abraço do poeta* duplicado, santificado.
Agora, por ali está Caymmi. A apontar outro além, pra lá da minha ponta...
Fotos e divagabinha de Valéria del Cueto para a série Ponta do Leme do Sem Fim...
*o outro poeta é Lorenzo Falcão
Papo de Boteco também é colunismo cultural: Registramos a passagem pelo Rio de Janeiro do editor Lorenzo Falcão, do Dc Ilustrado, caderno de cultura do jornal Diário de Cuiabá onde, como colaboradora, publico crônicas, fotos e outras coisinhas do SEM FIM...
O que não faltou em sua ronda carioca foi motivação. E boa conversa. Em Copacabana ele papeou com Carlos Drumomnd de Andrade, por exemplo.
Veja mais no SEM FIM...
Luz do céu,
Candeeiro da alma.
Acenda a fé e realize o pedido
feito com fervor.
Dê a luz divina,
Aquece e ilumina.
Ó Iemanjá
proteja a todos, seja por nós.
Fotos e quase prece de Valéria del Cueto
Para o SEM FIM... de todos nós.
Fé, fartura, feminilidade, flores e frutas.
Iemanjá, a rainha do mar recebe
oferendas e pedidos
singelos feitos à mãe de todos.
Feliz 2009.
Fotos e feitios de Valéria del Cueto, na Festa de Iemanjá, dia 29 de dezembro de 2008, nas areias de Copacabana.
Veja mais!
http://delcueto.multiply.com/photos/album/155
Tem gente reclamando de 2008. Eu, em vários sentidos, tenho que louvar o que recebi de bom nos últimos 12 meses.
Pra começar, imagens, muitas imagens, estáticas ou em movimento e as crônicas e artigos que escrevi e publiquei, baseadas no mundo que vi passar diante dos meus olhos em 2008.
Tudo isso circulou pela internet através do SEM FIM..., o que faz com que eu veja o ano que passou com um olhar positivo.
Foi com este olhar que, da Ponta do Leme, registrei meus sentimentos de final do ano. Obrigado pela sua companhia...
Só
ou acompanhado
O que importa é o caminho escolhido
E pra onde ele leva...
Foto e divagabinha de Valéria del Cueto da série Ponta do Leme,
para o SEM FIM...
Tia Circe pediu, a sugestão foi aceita.
Atendendo a pedidos, alguns "momentos" de poesia promovidos, entre outros, por Eduardo Tornaghi, no canto da pedra, aos domingos, ao lado da Feirinha do Leme.
A Leitura
É Poetagem
Que se encontra com a música.
Quem não acredita em Papai Noel?
Cas , ou não Cas?
Não tem questão!
Infâmias e fotos de Valéria del Cueto para a série Ponta do Leme, no SEM FIM...
O Caipirinha Appreciation Society, aquele programa de música brasileira fora dos clichês, pilotado pelo MdC Suingue e Kika Serra, acampou aos domingos na Feirinha de Artesanato do Leme.
"Seo" Júlio fica ali, fiscalizando o espaço enquanto os meninos se divertem como podem.
Nas barracas, tramas, formas, retalhos e cores complementam paisagem.
Sobrevôo poético/visual de Valéria del Cueto na praçinha para a série Ponta do Leme
http://delcueto.multiply.com/photos/album/151/151
Entrei na sala da Casa de São Benedito, em Livramento, durante a Festa do Santo.
A espada largada no canto da parede, na lateral, atraia o olhar.
Ângulo, corte, ponto.
Resumo.
Mutação.
de Valéria del Cueto, de Livramento para o Parador Cuyabano
http://delcueto.multiply.com/photos/album/150
De arquibancada...
Texto e foto de Valéria del Cueto
“Eita vidinha”... confesso do alto da bestagem que me domina no final de tarde preguicento da minha primeira segunda- feira na Ponta do Leme.
Que me perdoem os amigos workohalics revoltados com o dolce far niente a que me dedico, cessem as ofensas os inimigos invejosos que acham que produção está intriscicamente relacionada com escravidão permanente.
Não. Não vou pedir que atire a primeira pedra quem nunca sonhou com o por do sol de uma segundona aqui, na Ponta do Leme.
Continua no SEM FIM...
Valéria del Cueto é jornalista e cineasta
liberado para reprodução com o devido crédito
http://delcueto.multiply.com
Este artigo faz parte da série Ponta do Leme
A Dança do Congo na Festa de São Bendito, em Nossa Senhora do Livramento, Mato Grosso foi narrada no artigo “Festa do Congo e farofa de banana” publicado nos canais do SEM FIM... em abril de 2008.
Agora, comemorando o dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, divulgo o restante dos registros que fiz durante a Congada para o Santo Negro: são imagens, fotos da Dança do Congo de suacasa, de sua gente, dos herdeiros da tradição, do lugar e trechos de áudio do ritual centenário originário da comunidade quilombola de Mata Cavalo.
A encenação da guerra entre o Congo e o Monarca durou mais de uma hora. Fui registrando trechos do espetáculo. Veja o vídeo, ouça o áudio e deixe-se embalar pelo som primitivo do Congo de Nossa Senhora do Livramento.
*Material de Valéria del Cueto, produzido pela del Cueto - assessoria e produção para a série Parador Cuyabano.
No dia dele, que seja o samba nossa mensagem...
Escolha um samba e mande pra seus amigos.
O SEM FIM...
comemora a data e seu significado reverenciando a poesia de Luiz Carlos da Vila e ouvindo, Jamelão "abrindo" a Sapucay...
A LUZ DE UM VENCEDOR
Quem não lutar
Pra conquistar o que sonhou
Fazer por merecer
Se iluminar
Com a luz que há no vencedor
Pode até ganhar
E méritos não ter
Aquecer
Os seus ideais em muito amor
Com o poder nas mãos não brincar
O arvoredo do mal derrubar
E arrancá-lo bem na raiz
Sua vida no bem sublimar
Pra ajudar a erguer o pilar
De um mundo bem mais feliz
LUIZ CARLOS DA VILA (1949-2008)
Ele se transfere, interfere, sobrevive.
Basta usar a imagin/AÇÃO e acessar os sentidos.
OLHAR:
Treliças, calor, banco, varanda.
Toalha de flores, tabuleiro, panela de barro.
ODOR:
Pimenta, farinha, azeite.
Coentro.
PALADAR:
Mojica de pintado e...
Pacú recheado com farofa molhadinha de couve.
RITUAL:
Servir o vinho, esmagar a pimenta, juntar o azeite, misturar, separar a semente, derramar a farinha, abrir os sentidos e partir rio a dentro...
COMPLEMENTO:
Vinho tinto
SUPLEMENTO:
A sesta de lei, que ninguém é de ferro e a tarde está apenas começando.
E mais não tenho a dizer...
Relato sensorial gastronômico e fotos de uma acolhida deliciosamente pantaneira em Cuiabá, de Valéria del Cueto para o Parador Cuyabano, no SEM FIM...
IMAGINAÇÃO E REALIDADE
Texto e fotos de Valeria del Cueto
Engraçado como o tamanho das coisas se altera quando elas só fazem parte das nossas lembranças. Sejam elas Vagas, ou quase palpáveis.
Veja querido leitor, os exemplos de duas coisas que fazem parte do meu kit de sobrevivência: o biquíni e a canga.
O primeiro, parece menor quando vestido ansiosamente após quase quatro meses de abstinência marítima. A síndrome, que já conheço bem, é provocada pelo período (e suas agruras profissionais) em que estive em Mato Grosso. Difícil aceitar as gordurinhas extras adquiridas em Rondonópolis na peleia política que se encerrou.
“Tudo uma questão de postura”, tento convencer a minha própria imagem diante do espelho bisotado francês do armário que herdei da minha bisavó.
Continua no link
Antes, prenúncio.
Durante? Ressaca!
Depois: feriadão...
Paisagem
Sofisma meteorológico e fotos de Valéria del Cueto
para a série Ponta do Leme na semana do feriadão de Zumbi
O sim...
Seminário da Conceição
Portal da fé
Caminho do Bom Despacho
Credo e Cruz
Luz
...o não!
Desleixo
Lixo
Abandono
Promessa...
Fotos e provocação poética de Valéria del Cueto
do Parador Cuyabano para o SEM FIM...
PASSAGEM DA CONCEIÇÃO
Caminho, passagem.
Encontro da alma,
janela da fé.
Histórias do tempo?
Aparência.
Passagem da Conceição, Várzea Grande/MT pelo Parador Cuyabano.
Divagação textual e fotográfica de Valéria del Cueto
para o Sem Fim...
SÃO GONÇALO BEIRA RIO
Mistura:
fome de fazer,
vontade de comer.
Truco!
Bandeirola, chita.
Cururu siriri = música.
Janela do prazer.
É São Gonçalo Beira Rio no Parador Cuyabano
Texto e fotos de Valéria del Cueto
http://delcueto.multiply.com/photos/album/138
http://valeria-delcueto.podomatic.com/entry/eg/2006-12-26T09_40_07-08_00
O link acima é minha contribuição para a comemoração do D.I.A.
O Dia Internacional da Animação - D.I.A – 28 de outubro
Mostra de curtas-metragens nacionais e internacionais.
São 150 cidades participando desta festa no mesmo dia e horário em todo o país.
No dia 28 de outubro de 1892, Emile Reynaud realizou a primeira projeção do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Hoje o evento é comemorado em 51 países na França, Rússia, Coréa do Sul, Canadá, Austrália, Irã, Polônia, entre muitos outros.
No Brasil o Dia Internacional da Animação é organizado pela ABCA – Associação Brasileira do Cinema de Animação – e neste ano o evento acontece simultaneamente em 150 cidades brasileiras.
Serão exibidos uma hora de filmes internacionais portugueses, poloneses, russos, sul-coreanos e americanos, e uma hora de filmes nacionais com o que há de melhor da animação brasileira.
Milhares pessoas em todo o país estarão unidas para comemorar esta data. A mesma mostra estará sendo exibida nos 26 estados e no distrito federal unindo o Brasil de ponta a ponta e com certeza você não poderá ficar de fora desta grande festa!!!
TODOS POR NÓS
Que hoje
os santos nos protejam,
inspirem as ações e escolhas
dos que decidem (pelo voto)
o futuro de todos.
Amém...
No SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/photos/album/137
Registro da Exposição de Andores dos Santos da Festa do Peixe, realizada na semana do aniversário de Cuiabá, em abril 2008, no São Gonçalo Beira Rio, onde nasceu a cidade.
Fotos e texto Valéria del Cueto
para a Série ¨Parador Cuiyabano¨
Tá bom, você vai dizer que é torcida pela escola, mas não é não. Há que se reconhecer um talento que ainda tem muito pra aprender, mas está super bem encaminhado. Falo de Diogo Nogueira, pela terceira vez consecutiva um dos parceiros
(junto com Ciraninho) do samba enredo da azul e branca de Madureira e que concorre a Grammy Latino na categoria "mejor nuevo"
Quer votar, não é?
Siga o link...http://informativo.musicaemidia.com.br/lt.php?id=H%7C6156108%7C6886%7C731
Maré que leva, traz...
Texto de Valeria del Cueto
Já estou, sou e saúdo meu território original. Do Leme, pro Leme, no Leme.
Adorei cada minuto que vivi nos últimos meses, explorando uma parte do Mato Grosso, revendo amigos, fazendo outros. Cuiabá, Livramento, Chapada dos Guimarães, Poxoréo, Rondonópolis... Um pedaço do meu estado de adoção.
A chance de reavaliar conceitos, fortalecer idéias, participar, mais uma vez, da construção da história política local.
Mas isso é tema para uma outra ocasião, depois que acontecer o segundo turno das eleições em Cuiabá, a poeira baixar, o fogo das paixões esfriar.
Agora, sou só Gabeira. Desde criancinha. Ouço seu nome em todos os lugares onde ando esperando o frio e a chuvarada darem um refresco para que eu possa alcançar o Nirvana que me cabe neste vasto mundo de Deus. A praia, na Ponta do Leme.
Continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/130
Rodoviária: ícone modernista de Cuiabá
Texto e fotos de Valeria del Cueto
Sou uma nômade e me orgulho disso. Acho que este bicho carpinteiro que me habita é herança da minha descendência ibérica. Outro traço hispânico muito visível ultimamente pode ser observado quando fico sem tomar sol. O tom verde azeitona que me colore, dizem os entendidos, vem da minha bisavó ela era originária de Málaga, ali na Espanha, coladinha com a costa africana e dominada durante séculos pelos mouros.
Gostar tanto de viajar faz com que eu não tenha restrição a nenhum meio de transporte. E aí chego ao tema: quero falar de rodoviárias. Do terminal de Cuiabá.
Pra mim, a rodoviária é o cartão de visita de uma cidade. Nela, vemos como a comunidade se relaciona com os que ali chegam.
O texto continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/129
Aonde, por que?
Sem quando, pra que...
O ir por vir
para onde?
Com que, quem?
Não há mais encontro.
O quase, meu tudo,
é descaminho, solidão...
Ensaio fotográfico e texto sobre a Rodoviária de Cuiabá de Valéria del Cueto
Da série Parador Cuyabano.
http://delcueto.multiply.com/photos/album/136
Pergunta: “É isso?"
Resposta: . . .
Foto de Rivian Dias
Texto de Valéria del Cueto*
Nossa, este texto é uma raridade na vasta coleção que ostento na carreira do Sem Fim.
Todos dizem que o título de um artigo, matéria ou crônica é essencial para o sucesso das idéias que queremos transmitir nas algumas vezes mal traçadas linhas que publicamos.
Por isso seguidamente, pelo menos no meu caso, ele, o título é a última coisa com que me preocupo, sob pena de empacar ou prejudicar, por uma falha momentânea de inspiração, toda a produção planejada.
*Continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/128
Este é o registro em video da cavalgada que abriu a ExpoSul 2008, em Rondonópolis, Mato Grosso. No link a seguir, leia o texto "Registro dos tempos, no tempo que vem http://delcueto.multiply.com/journal/item/127
O mundo...
Tem lugar para todo(a)s
Com seu fogo
Mensagem
Postura
...e viagem!
Este ensaio com a Drag Joyce Knowles foi realizado na Zumzum Disco/Bar do meu querido amigo Menotti, em Cuiabá.
Texto e fotos de Valéria del Cueto para a série Parador Cuyabano no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/photos/album/135
Este jingle, lançado na campanha politica de Poxoréo, Mato Grosso, servirá para muitos candidatos desta e outras eleições futuras.
Divulga-lo é a minha contribuição para o aprimoramento do processo eleitoral brasileiro.
Com vocês: "Quem Mamou, o funk"
Registro dos tempos no tempo que vem
Texto e foto de Valeria del Cueto
Fazia muito tempo que não passava por Rondonópolis (o que sempre acontecia quando nas férias ia e vinha de carro para o Rio de Janeiro). Fazia mais tempo ainda que eu não vinha a cidade.
Quando digo não “vinha” quero dizer passar um tempo. No vocabulário mais muderno, “ficar”. A última vez que fiquei em Rondonópolis foi em 1992, mais ou menos nesta época do ano e por necessidade, pela função que exercia na época, tive a oportunidade de esquadrinhar cada palmo da cidade.
Lembro que adorei o que vi. Gostei de conhecer a história do lugar, a beira do Rio Vermelho, onde Rondon fez pouso neste mundão. Sempre me interessei pela história e vocação dos lugares. Neste quesito, Rondonópolis é um “prato cheio”.
Continua no link http://delcueto.multiply.com. journal/item/127
O lado bom do lado mau
Texto e foto de Valéria del Cueto
Karma. Voltei a Mato Grosso para terminar algo que deixei incompleto há 20 anos atrás. Uma tarefa chata, burocrática, entediante. No meio do caminho descobri outro desafio, este mais prazeroso e instigante. Mesmo assim algo que, em outros tempos ficou só na vontade, deixei pra trás.
Naquela época, a inquietação que ainda me move era potencializada. O que fazia que eu não começasse nada, por que sabia que não iria terminar. Cursos seminários, simpósios. Enfim, era só planejar, quando muito iniciar, para que um imprevisto quase sempre compensador mudasse o meu rumo, alterasse de forma radical o meu foco. Daí que, por uma questão de princípio de vida, eu evitava começar o que sabia que não terminaria.
continua no SEM FIM... http://delcueto.multiply.com/journal/item/126
Música de Aurélio Miranda, incluida no Caipirinha Appreciation Society http://cas.podomatic.com/entry/2008-06-23T19_38_37-07_00 sobre MATO GROSSO que cita o Morro de Mesa, mencionado no artigo MUITA EMPADA PRA POUCO RECHEIO http://delcueto.multiply.com/journal/item/125
Muita empada pra pouco recheio
Texto e foto de Valéria del Cueto*
E viva São Beltrão, o santo dos burocratizados. Ainda estou na gincana destinada a passar minha terra na Chapada dos Guimarães para o meu legítimo nome. O mais impressionante é que esse trem não anda. Está mais parado que novela esticada no meio. Sem sal, sem graça e sem resultado. Uma tristeza.
Quando acho que estou quase lá, aparece um pacote de exigências incríveis para serem cumpridas: é documento do Incra, certidões da Receita Federal, nada consta do Ibama... Uma festa de papéis ofícios, ainda não picados. (Você tem dúvida de que este será o destino deles pós entrega?)
O texto continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/125
SINA
Texto e foto de Valéria del Cueto*
Chove a cântaros lá fora. Logo depois do viaduto, num prédio gigantesco em final de construção, vejo uma cachoeira formada pela calha da marquise. Fico tentada a tomar um banho de chuva.
É muita água. O suficiente para me fazer desligar o computador, que não tem estabilizador, com medo de uma queda de energia provocada pelos raios e trovoadas que batem boca no calor da tempestade.
Meu primeiro reflexo proseador me leva ao fato de que este tipo de chuvarada não “orna” com esta época do ano. Mas já vi que não há nada de preocupante no acontecimento, pelo menos para quem não está nem aí para o significado das alterações climáticas atuais. Esta é a contramão da história e, nela, pilotam o bólido da falta de cuidado e do descaso ambiental...
Continua no SEM FIM...
Paz na terra
O sudoeste aponta
beijando a bandeira.
Vira o leste,
inverte o rumo.
O tempo voa e a chuva cai...
Fotos e divagação de Valéria del Cueto
da série Ponta do Leme
http://delcueto.multiply.com/photos/album/134
VIA DUTO
Texto e fotomontagem de Valéria del Cueto*
Sou dual e adaptável mas de vez em quando exagero na dose, confesso.
Um bom exemplo é agora, na minha fase atual de produção intensa e diversificada para o Parador Cuyabano. Fico aqui, na quina de baixo do bairro Baú, em Cuiabá, sentada diante do viaduto que ocupa todas as janelas do meu imóvel alugado (quase andante) no terceiro e último andar que habito.
Vejo os automóveis, caminhões, motos, demais veículos e poucos, raros e quase sempre desmilinguidos pedestres que se arriscam a irem e virem pelas três pistas que se descortinam na paisagem. Olhando, durante a manhã, o sol invadindo o piso branco da sala, do quarto e da área de serviço do meu minifúndio e sentindo... calor, é claro. Porém menos que na parte da tarde, O que é inexplicável, se levarmos em consideração que o sol baixa do lado oposto do prédio.
Continua... http://delcueto.multiply.com/journal/item/123
Maresia e companhia...
Texto e foto de Valéria del Cueto*
Quero o sal. Sonho com ele. Curtindo minha pele e mudando sua textura, recobrindo meus poros. Sinto seu cheiro e quando o reconheço descubro que é apenas um truque, uma projeção.
Truque baixo, diga-se de passagem, por que é só o fruto da minha imaginação, a miragem do meu oásis particular, reflexo perfeito do que mais desejo. O arrepio provocado pelo vento que faz a curva na Ponta do Leme., o calor do sol, agora invernal, do final da tarde, a maresia que recobre meu corpo e faz de mim objeto sedento deste carinho. Lambo meus braços procurando sentir o gosto do mar, seu cheiro. Que não estão aqui.
continua no SEM FIM... http://delcueto.multiply.com/journal/item/122
Andar com fé...
Texto e foto de Valeria del Cueto*
Fazer footing em Cuiabá é heroismo.
Nos últimos dias do outono, de temperatura amena para os felizes possuidores de um guarda roupa completo, o que não é meu caso ( “Calor em Cuiabá em abril e maio? Impossível” pensava eu ingênuamente ao fazer minha mala cuiabana),
aproveitei para colocar em prática a proposta (desafio, seria melhor) que ouvi de um dos participantes do Prêmio do Rock que fui assistir no Museu da Caixa dÁgua: andar em Cuiabá.
Isso mesmo, a pé....
Talvez inspirada pela localização do apartamento que estou morando e querendo conhecer melhor as cercanias é que comecei o exercício. Primeiro, saí do Getúlio Grill, desci a Getúlio Vargas, cortei pela rua que passa na frente da Escola Técnica, desci a Mato Grosso e segui até a avenida do CPA, rumo ao viaduto da Miguel Sutil. Quase morri de cansaço, mas cheguei incólume ao meu destino.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/121
O corte
des monta,
se pa ra,
resume.
Re moNta e cria
o (N) O V O...
Arte e divagação de Valeria del Cueto
no Sem Fim... http://delcueto.multiply.com/photos/album/132
para o Parador Cuyabano
Tal e qual ou...
Recomendações para se dar bem em Cuiabá
Ensinamentos para não perder a paciência e enfrentar numa boa os contratempos, o arrastar das horas e o calor cuiabanos
Valéria del Cueto
Fila de banco
Paciência, muita paciência, na tentativa de sintonizar o tuc, tuc inquieto do meu coração à calma calorenta de Cuiabá. Não adianta tentar acelerar o ritmo do pulsar da cidade no seu tempo espaçado e infinito.
É assim há quase 300 anos e, neste período, os que insistem em acelerar o compasso acabam sucumbindo ao estresse inerente ao atravessamento sem cadência, ditado pela pressa inaceitável aos padrões locais.
Se forem espertos, adaptam-se. Reduzem as batidas incontidas e se adequam a regra básica de felicidade e satisfação em solo cuiabano: tudo ao seu tempo, tudo na hora determinada pelo momento em questão.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/119
Asa
Petala da asa
De [a s a] lirio
Rubra, roja...
Fotos e divagação de Valéria del Cueto
no Parador Cuyabano
http://delcueto.multiply.com/photos/album/131
Vento bom e passaporte: a gentileza federal
Valeria del Cueto*
Para tirar o passaporte na Policia Federal de Cuiaba, o vento estava a favor. Alias, o vento, nao: a chuva fina que riscava o ceu da Cidade Verde em pleno abril. Como observadora e anotadora das idas e vindas dos ventos e mares da Ponta do Leme, ao chegar a Cuiaba testemunhei um evento estranho ao cotidiano climatico dos mais de 15 anos que aqui vivi nas decadas de 80 e 90 e nos dois primeiros anos do novo milenio em que hoje transitamos.
O frio chegou de mansinho, apos uma chuva fina que inundou o asfalto e fez subir aquele cheiro inconfundivel de terra molhada, uma semana depois de uma daquelas tipicas tempestades cheias de raios, trovoadas e claroes.
Nao lamento as novidades no cotidiano meteorologico da cidade, apesar de temer a hipotese de que a agua que agora cai, venha a fazer uma falta danada nos meses de secura que virao em breve.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/118
No Leme, elas eram pipas.
Pandorgas para os gauchos.
Vendidas na orla de Copacabana e nas lojas para gringos.
Acabaram sumindo, substituidas por outros souvenirs .
Agora, chego a Cuiabá e aqui está ela, ao vivo e a muitas cores, passeando pelo apartamento.
Bem vinda, menina. A casa é nossa....
Eu digo pra ela, ou ela é quem diz para mim?
Divagação quase sofismatica e fotos de Valeria del Cueto
no Parador Cuyabano
http://delcueto.multiply.com/photos/album/130
Ê FUMACÊ
O hábito que continua na moda em Cuiabá
Valéria del Cueto
Especial para o Diário de Cuiabá
Estou impressionada com a quantidade e a qualidade de fumantes que tenho encontrado em Cuiabá. A atitude politicamente correta e saudável de abandonar o hábito de ter sempre um cigarro na mão não parece ter sensibilizado a maioria da população local, quiçá estadual.
Começo a achar que a nicotina seja essencial para manter o ânimo no calor senegalês que faz por aqui. Talvez inspirar a fumaça provoque uma momentânea alteração na temperatura corporal, aliviando um pouco a sensação térmica, sei lá... O fato é que a ala dos fumantes é ampla maioria nestas plagas.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/117
A voz do povo, o dom de Jamelão
Texto e fotos de Valeria del Cueto
Odeio tecnologia! Diz uma das minhas gêmeas que me habita, fechando o circuito do paradoxo ambulante que costumo ser.
Estou no 1º. Fórum de Mídia Livre, na UFRJ, Rio de Janeiro, quando recebo pelo celular a mensagem da minha fonte 001, Lúcia Gutierrez, com seguinte texto: “ Jamelão morreu”
E só. O-d-e-i-o tecnologia, mas agradeço a gentileza da minha mãe ao me passar a informação. Ela sabia o buraco negro que se abriria e como eu precisaria enchê-lo o mais rapidamente possível para não... emburacar.
Saí do prédio da UFRJ e corri para meu abrigo antinúcleopsicocelular. A praia, a Ponta, do Leme.
Já tinha planejado tomar o sol delicioso que brilhava desde cedo na hora do intervalo de almoço, mas não imaginei que o faria assim, sob o impacto da notícia esperada, afinal Jamelão tinha 95 anos, porém não aguardada.
Então, diante do fato inexorável, só me resta prestar-lhe minha humilde homenagem. E acho que a melhor maneira de faze-lo é reeditando seu último encontro com o povo do carnaval do Sambódromo, este que venerava o ídolo que sempre será.
Fui testemunha e registrei as cenas ocorridas no sábado das campeãs do carnaval de 2006, quando ele, Jamelão, pisou na Marquês de Sapucaí para “interpretar” (ele não admitia ser chamado de puxador) o samba enredo da Mangueira. Narrei sua entrada na avenida, fotografei seu encontro com populares no Setor 1 e gravei o áudio do esquenta da escola no recuo de bateria na concentração, comandado por ele.
Mangueira, teu cenário ficou ainda mais belo com a luz de Jamelão brilhando no teu céu, verde e rosa.
Obs: Leia o texto ... E Êxito, http://delcueto.multiply.com/journal/item/116 veja as fotos de Jamelão, http://delcueto.multiply.com/photos/album/36 ao som do esquenta do sábado das campeãs do carnaval de 2006
Valéria del Cueto é jornalista e cineasta
liberado para reprodução com o devido crédito
http://delcueto.multiply.com
Este artigo faz parte da série Ponta do Leme
Nuvem color ida
Inicio/meio em mim...
foto/divagação de Valéria del Cueto
para a serie Parador Cuyabano
tem mais no http://delcueto.multiply.com/photos/album/129
Tudo muda, menos...
Texto e fotos de Valeria del Cueto*
Bom, então tá, Cuiabá. Do ponto de vista privilegiado do bom e velho Chopão, no alto da Getúlio Vargas, ao lado da praçinha. Onde, pelo visto, passarei um tempão nesta sexta feira típica, quente e abafada.
Explico: marquei um almoço com um nobre jornalista da terra. E ele cravou sua escolha no restaurante com janelas em forma de arco decoradas pelo artista plástico Adir Sodré. Logo depois, uma amiga me intimou a ir a um happy hour tradicional encontrar amigas de outros tempos... Adivinhe onde? Justamente no no dito cujo, o lendário Chopão. Detalhe: no mesmo dia!
O point já era point quando cheguei a Cuiabá nos idos de 1984 e, pelo visto, mantém sua mítica. Ao menos às sextas feiras, concluo inocente, sem saber que o local ferve a semana inteirinha, de segunda a segunda, conforme verificarei nos próximos dias pelos inúmeros e constantes convites para frequentá-lo... todo mundo, seja qual for a tribo, em sua peregrinação pela agitada vida social cuiabana, passa pelo Chopão. Mais cedo ou mais tarde...
O texto continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/115 neste estão as fotos http://delcueto.multiply.com/photos/album/128
Detalhe.
Um pequeno detalhe
transforma a paisagem.
O que podemos fazer com a realidade?
Fotos no http://delcueto.multiply.com/photos/album/126.
Divagação sofismática de Valéria del Cueto da série Parador Cuyabano
VIOLAS ENLUARADAS NA CONCHA ACUSTICA DE POXOREO
Texto http://delcueto.multiply.com/journal/item/114
e fotos http://delcueto.multiply.com/photos/album/125 de Valéria del Cueto*
“Quando me perguntam como foi fundada a minha amada e doce Poxoréo?
Esta pergunta prezo responde-la, que é uma estrela caída do céu.”
O som dos acordes cresce e transborda pelo espaço cênico a ele destinado, se espalhando pelos arredores. Barracas, restaurantes, bares, por todo o lado, ouve-se o solo ponteado da dupla de violeiros. Botas, calça jeans, camisa xadrez e cinto de fivela prateada, Aurélio Miranda solta a voz para cantar a cidade em que nasceu, lado a lado com seu filho, Aurélio Filho. “Minha doce Poxoréo” arranca aplausos da platéia que lota a menina dos olhos dos habitantes locais. A Concha Acústica do Parque de Exposições de Poxoréo, cidade do interior do estado da Mato Grosso, tem o palco em forma de violão e abriga, nesta noite, a inspiração e motivo de sua construção: o 6º Encontro de Violeiros.
O texto continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/114
neste estão as fotos http://delcueto.multiply.com/photos/album/125
Flor(es) miuda(s),
pequeno(s) botoe(s).
Explosao, cor, profusao.
imagens e texto de Valeria del Cueto
da serie Parador Cuyabano.
http://delcueto.multiply.com/photos/album/124
Passarinho ou macaco?
Texto e foto de Valéria del Cueto
http://delcueto.multiply.com/journal/item/113
Aqui, da janelinha do avião, tenho a minha primeira visão 2008 do cerrado que tanto amo. Ela foi de curta duração. O tempo do avião escalar a primeira formação de nuvens, em busca da altitude de cruzeiro e de uma certa estabilidade.
No momento, tudo sacode. Não muito, mas o suficiente para fazer das minhas letras garranchos que, espero, consiga decifrar quando for digitar estas linhas, literalmente mal traçadas, no SEM FIM.
"Aceita cereal? Tenho os sabores: castanha, banana ou coco" repete pela centésima vez a comissária de bordo. Prefiro abstrair. Sou do tempo em que as refeições dos vôos eram criações de chefs de cousine, quando ter um cartão da companhia aérea significava que podíamos solicitar comidas especiais como kosher e vegetariana, antes mesmo de embarcar.
leia mais no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/journal/item/113
PLUMAS E PAETÊS:
é o que merecem os profissionais
que fazem a festa do carnaval carioca!
Premiar os grandes profissionais que se destacam na criação, desenvolvimento e no fazer do carnaval carioca é mais um desafio pela divulgação da cultura brasileira. São eles que fazem desta festa o maior espetáculo popular do mundo.
Este é o objetivo da 4º Edição do Prêmio “Plumas e Paetês”, direcionada aos artífices e profissionais da festa carnavalesca no Rio de Janeiro, na sua maioria desconhecidos do público por atuarem nos bastidores, na construção artística da folia.
O 4º Premio “Plumas e Paetês”, acontecerá no Centro Cultural Cartola, Rua Visconde de Niterói, 1.296, Mangueira, dia 31 de maio, às 18 horas, com apresentação da Orquestra de Violinos do CCC, seguida shows e a entrega dos troféus que homenageiam o Centenário de Cartola aos profissionais escolhidos em 2008.
A valorização dos indivíduos que contribuem para o desenvolvimento sociocultural é a principal meta do Prêmio "Plumas e Paetês". Eles hoje fazem parte de um segmento com grande potencial econômico no ramo do entretenimento em crescimento em várias regiões do país.
A premiação é organizada por uma equipe de profissionais formados, em sua maioria, em Gestão de Carnaval, no Instituto do Carnaval, da Universidade Estácio de Sá. Para eles, a transformação da sociedade brasileira se dará através da cultura. Da grande diversidade e riqueza cultural existente no país e de seu potencial transformador provém esta certeza. Diversidade é, portanto, um conceito inteiramente ligado ao carnaval, por refletir as diferenças de expressões e pensamentos de cada comunidade e suas possibilidades de multiplicadoras.
Ficha técnica:
4º. Edição do Prêmio Plumas e Paetês
Sábado, dia 31 de maio, às 18 horas
Centro Cultural Cartola – Av. Visconde de Niterói 1.296
Entrada Franca (com a doação de leite em pó ou um quilo de alimento como contribuição para a Casa de Assistência às Crianças com Câncer do Estácio)
Produção: Plumas e Paetês
Informações
José Antônio Rodrigues – (21) 7897-2959 - carnavalplumasepaetes@hotmail.com
Pelos ares
Texto e fotos de Valeria del Cueto*
http://delcueto.multiply.com/journal/item/112
Nada a observar sobre o transbordo em Brasília para o vôo com destino a Cuiabá além dos vidros azulados dos corredores do aeroporto da Capital Federal.
Foi como o pit stop de uma escuderia de ponta da fórmula 1. Só deu tempo de andar do portão 4 até o 6 e entreouvir pelo rádio do atendente da companhia aérea "só falta a Maria Cueto". "Faltava", informei para o diligente rapaz que, imediatamente, anunciou ao chefe dos comissários da aeronave: "embarque completo".
Eficiência pensará você, caro leitor, talvez até emocionado, depois da cama feita pela fama dos percalços aeronáuticos do ano anterior. Não, companheiro, foi atraso mesmo, esclarecerei do alto de minha vasta experiência, adquirida cruzando os céus deste imenso Brasil.
O vôo do Rio chegou a Brasília 15 minutos depois do horário da partida da conexão para Cuiabá e esta aguardava a passageira que vos fala. Só eu vinha do Rio com destino a capital de Mato Grosso...
Tem mais no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/journal/item/112
Geo triz
Geo metria imaginária.
Sobra, quase nada.
Pouco insiste.
Cicatriz indomável
topo gráfia.
de Valéria del Cueto
no SEM FIM...http://delcueto.multiply.com/photos/album/122/
Começar mais uma...
Texto e foto de Valéria del Cueto*
http://delcueto.multiply.com/journaal/item/111
É em pleno vôo Rio Brasília que inicio minha viagem ao mundo mágico do centro-oeste. O destino final é Cuiabá, para onde retorno depois de dois anos de ausência. Durante este tempo, me concentrei em terminar meu curso superior, em Gestão Carnavalesca, no Rio de Janeiro.
O motivo inicial do deslocamento não poderia ser mais prosaico: renovar meu passaporte, a habilitação que havia vencido, e tirar uma nova via da minha carteira de identidade. E, já que a ordem é recuperar minha cidadania quase perdida, aproveitarei também pra regularizar minha situação eleitoral.
Por que sair do Rio de Janeiro e ir a Mato Grosso por tão pouco, perguntarão intrigados alguns amigos?
http://delcueto.multiply.com/journaal/item/111
TRADIÇÃO
Festa do Congo e farofa de banana
Voltei à capital com a alma e o corpo saciados da mais nobre cultura popular e com o sabor inesquecível da farofa doce e molhadinha
Valéria del Cueto
Especial para o Diário de Cuiabá
texto com acentuação correta no link
Eu já estava semi-pronta para encarar uma balada na noite de sábado na capita mato-grossense quando vi um boletim na TV informando a realização da Dança do Congo da Festa de São Benedito, em Nossa Senhora do Livramento, na manhã seguinte.
O apelo foi irresistível. Dei meia volta na proposta inicial de me esbaldar nos embalos noturnos cuiabanos e preferi economizar as minhas forças para registrar a festa livramentense que nunca havia assistido.
Confesso que cheguei atrasada. Perdi a missa, marcada para as oito da matina, assim como o chá com bolo que se seguiu e entrei na cidade por volta das dez da manhã, já com os grupos do Congo formados sob tendas no meio da rua, em frente a Casa de São Benedito.
Continua no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
del Cueto - assessoria e produção apresenta:
Chuva, suor e paixão. É o Império Serrano, última escola a entrar na Sapucaí na noite de sábado. Para vencer o Carnaval do Grupo de Acesso 2008, vários fatores foram importantes, inclusive a chuva que mexeu com o brio dos componentes.
Esta é uma homenagem ao espírito carnavalesco dos componentes imperianos.
Bateria do Império Serrano, comandada por Mestre Átila, livre interpretação da instalação de Marcia Lávia e Renato Lage, na Exposição Parangolhar, em exibição no Centro Cultural José Bonifácio e os olhos, o canto e a emoção de quem esteve lá. Dentro e fora da pista.
Imagens, audio e edição de Valéria del Cueto para o SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
http://delcueto.multiply.com/journal/item/109
DO SERTÃO DE GOIÁS PARA AS RETINAS CARIOCAS
Para o Diário de Cuiabá
Vi a capa do DVD do longa de 77 minutos, na mão de Hugo Caiapônia, enquanto esperava o próximo encontro da rodada de negócios para a qual levei alguns projetos da del Cueto; assessoria e produção.
Na conversa jogada fora com outro produtor na mesma situação que eu, mencionei que era cuiabana por opção e adoção, o que fez que Hugo me olhasse com olhos de companheiro de agruras do centro-oeste. Acabamos trocando um dedo de prosa quando ele me contou que seu longa, exibido entre os 13 filmes selecionados para a Mostra do Filme Livre, era de Goiás.
DE ONDE?
Goiânia?, perguntei curiosa. Ele me respondeu: de Caiapônia. Olha que eu conheço o Centro Oeste, mas de Caiapônia, nunca tinha ouvido falar. Fica a 330 km da Capital e tem 17 mil habitantes, explicou Hugo...
continua no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com/journal/item/109
Carnaval 2008.
Sapucaí, sábado, Grupo de Acesso.
Tudo (menos a campeã que virá depois) ao som da bateria de Mestre Átila entrando na avenida.
Imagens, audios, fotos e montagem de Valéria del Cueto.
Produção del Cueto - assessoria e produção.
http://delcueto.multiply.com
Carnaval 2008.
Sapucaí, sábado, Grupo de Acesso.
Tudo (menos a campeã que virá depois) ao som da bateria de Mestre Átila entrando na avenida.
Imagens, audios, fotos e montagem de Valéria del Cueto.
Produção del Cueto - assessoria e produção.
http://delcueto.multiply.com
Carnaval 2008.
Sapucaí, sábado, Grupo de Acesso.
Tudo (menos a campeã que virá depois) ao som da bateria de Mestre Átila entrando na avenida.
Imagens, audios, fotos e montagem de Valéria del Cueto.
Produção del Cueto - assessoria e produção.
http://delcueto.multiply.com
Flor do olhar
Olhar a flor...
Aqui o tem: registro perene do que muito encanta e pouco dura.
fotos e texto de Valeria del Cueto no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
Caipirinha Appreciation Society
new show online | novo programa no ar
rootsyindiepostpopsambafunk
Se é difícil para uma banda explicar o próprio estilo, imaginem a nossa saia
justa quando nos pedem para definir o tipo de música que tocamos no programa
Caipirinha Appreciation Society. Para isso cunhamos o termo "além dos clichês" -
entenda-se daí o que se quiser. Nosso único compromisso é virar mundos e fundos
para desencavar os mais interessantes sons produzidos no amplo universo musical
brasileiro - presente, passado e futuro. Neste programa, por exemplo, vamos
apresentar muitos de vocês a uma excelente banda de São Paulo.
Vale escutar para descobrir.
[ P. S. ]
amigo, mostre sua cara:
ESSA quarta-feira tem festa do CAS na FOSFOBOX (rj).
venha mostrar seu apoio à causa da... bem... na falta de
melhor definição...
MÚSICA BRASILEIRA
ALÉM DO CLICHÊS!
mais info abaixo.
P R Ó X I M A
festinha [CAS]:
quarta-feira,
27 de fevereiro
: : : : : : : : : : : FOSFOBOX
NO PALCO:
banda café funquê
NA PISTA:
mdc suingue [ Caipirinha Appreciation Society ]
e convidados:
preto serra [ Festa Blax ]
jr tostoi [ banda Vulgue Tostoi ]
mbgroove [ Festa Eklética ]
Lista amiga [ R$ 10 ]
REPLY A ESTE POST COM NOME COMPLETO ATÉ 18h DO DIA 27
QUE TORCIDA É ESSA?
Texto e foto de Valeria del Cueto
Artigo no http://delcueto.multiply.com/journal/item/108
A esquerda do meu vídeo o Flamengo do lado oposto da tela o Botafogo.
Final da Taça Guanabara, Maracanã, onde o Rio é mais carioca nestes tempos de violência, impunidade e luta pela sobrevivência diária que nos devora no ano está começando. Ver esta massa apaixonada, este estádio lotado cantando é como uma ressurreição.
Todo mundo sabe que sou rubro-negra. O negro faz parte da minha condição humana. Meu pai sempre me chamou de Criola. Eu adoro o apelido que também tem sobre nome: Pé de Pato. A Criola Pé de Pato esta que vos escreve foi nadadora do Flamengo. Infantil e júnior. Meu Deus! Cada vez que vestia aquele uniforme, o abrigo do Flamengo, me sentia completamente orgulhosa da minha condição de atleta. Era mais que torcedora parte do Mengão, uma partícula da paixão que sempre me dominou.
Valéria del Cueto é jornalista e cineasta
http://delcueto.multiply.com
Na Wikipedia ele é descrito como "o maior compositor brasileiro de musica popular". Lá também diz que "ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação".
Ari Barroso mineiro de Uba, escolheu o Leme para morar... e ficar.
Aqui sempre foi muito bem tratado...
fotos de Valeria del Cueto no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
VOLTAR POR QUE?
Texto e foto de Valeria del Cueto
Descobri que o ano havia começado em pleno domingo. O Flamengo jogava com o Vasco na semi-final da Taça Guanabara e, como sempre, anotava mais um “evento” do freguês de carteirinha na sua caderneta esportiva. Mengo e Botafogo na final da primeira etapa do Campeonato Carioca?
Tomei tenencia, chutei a gripe pós-carnaval que pairava como uma ameaça ao meu inevitável mergulho na edição do vasto material que colhi na Sapucaí e... voltei pra
hidroginástica.
Você acha pouco? Não é não! Para trabalhar no carnaval havia trocado a noite pelo dia. Só assim dá para agüentar o tranco da virada dos desfiles. Todos os dias varando a madrugada.
E me perguntava; voltar pra que? É muito mais produtivo trabalhar no computador nas madrugadas, em silêncio e sem interrupções. Mas sempre fica a impressão (irreal e injusta, diga-se de passagem,) de errado. Uma certa sensação de culpa, de alguma coisa faltando...
Bom, de qualquer maneira, com o fim do horário de verão, as coisas mudam. Praia até depois das sete da noite, por exemplo, só daqui a alguns longos e invernosos meses.
Então o ano começa e é preciso voltar à realidade. Meu símbolo máximo de normalidade é a hidro, suspensa desde o final de janeiro, para a qual acordo as sete e meia da matina. Ui...
Hoje voltei e, por isso, estou aqui, neste horário incomum, onze da manhã, olhando o povo estranho que habita a Ponta do Leme. Nada de surfistas, bicicletas, pranchas e apetrechos. Muitas poucas barracas povoadas de coroas bronzeados fugindo do sol forte. Mar tranqüilo e ondas que estarão perfeitas mais tarde, quando a maré mudar e o sol tomar o rumo do poente.
Na ocasião, espero estar de volta ao meu posto de observação depois de mandar este “informe” pra você, caro leitor, e tiver adiantado mais um pouco a paciente classificação das fotos, áudios e vídeos que produzi na primeira quinzena de fevereiro.
Meu bem volto já, eu prometo. Afinal, tenho o mar pra me esperar...
Valéria del Cueto é jornalista e cineasta
liberado para reprodução com o devido crédito
http://delcueto.multiply.com
Este artigo faz parte da série Ponta do Leme
O RAP DO RATO CARETA
Depois de interpretar o aspirante Mathias em “Tropa de Elite”, ator se prepara pra lançar seu primeiro cd de rap
Valéria del Cueto
Especial para o Diário de Cuiabá http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=309000
Difícil resistir ao seu jeito boa praça e tranqüilo quando passeia pelas ruas e é reconhecido pelas pessoas por seu trabalho no cinema. A impressão é geral e se confirma com sua atitude quando entra num café de Copacabana para a entrevista marcada: reconhecido pelas atendentes, André Ramiro, o aspirante Mathias de “Tropa de Elite”, filme que concorre ao Urso de Prata, no Festival de Berlim, pergunta se dá para tirar uma foto com as meninas e não se faz de rogado: passa para o outro lado do balcão para fazer o registro. As moças nem acreditam. Só depois de conversar com elas André se concentra no motivo que nos levou até ali: a produção de seu primeiro CD de rap: “Crônicas do Rato Careta”.
“Eu já era MC, o Matias veio depois”, esclarece André, “através do Matias do filme estou tendo um espaço maior para falar do meu trabalho. Aí as pessoas irão conhecer o André Ramiro naturalmente”, afirma ele. E para quem quer conhecê-lo, a dica é procurar pelo MC Rato Careta. O codinome foi carimbado na Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro, onde ele participou de várias batalhas entre MCs.
Leia mais no link
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=309000
TOBY
CAI NA GANDAIA NO SAMBODROMO!
(com Gary Baseman registrando tudo)
Texto de Valéria del Cueto, fotos de Valéria del Cueto e Gary Baseman
http://delcueto.multiply.com/journal/item/105
No sábado, dia do desfile do grupo de acesso, peguei o ônibus pra Sapucaí junto com uns 40 acompanhantes de jurados, no meio da tarde. Chovia a cântaros quando cheguei no Castelinho do Flamengo e disse “oi” e “tchau” pro André Mux, um dos jurados de fantasia, que havia gentilmente me convidado para ser sua parceira de avenida. Juntos e separados. Isso por que me despedi dele na porta do tal ônibus e ainda não o reencontrei. O que provavelmente acontecerá no sábado das campeãs.
Na entrada do Castelinho fui apresentada a outra acompanhante que nem eu, a Glória, que trazia a tira-colo um gringo. Ali, confesso, não dei a mínima atenção pro cara. Camiseta preta com um emblema de Venice, na Califórnia, um caderno tipo agenda em baixo do braço. O que chamou minha atenção foi a ilustração da capa do tal caderno. Já tinha visto aquele traço antes...
http://delcueto.multiply.com/journal/item/105
Antes, porém, Gary deu uma entrevista em vídeo para o Sem Fim...
http://delcueto.multiply.com/video/item/18
Beija Flor é bi-campeã
DC acompanhou a festa carioca e relata abaixo a emoção de participar de um evento que foi assistido por 400 milhões de pessoas no mundo
Valéria del Cueto*
Especial para o Diário de Cuiabá
A melhor coisa quando chega terça feira gorda é saber que nos resta o sábado das campeãs... A maratona ainda não terminou, graças a Deus.
Fui só Sapucaí neste abençoado carnaval de 2008 e, digo pra vocês, mereci. Com todos os percalços. Como a chuva que, no domingo de carnaval, fez os reis da comunicação se curvarem a seus desígnios. Se os seres mortais assim o fizeram, diante da força da natureza, o mesmo não podemos dizer deles, dos que irmanados pela cumplicidade da fantasia carnavalesca passaram pela linha demarcatória do início de desfiles da Sapucaí e, ali, perderam-se no espaço que separa a armação da dispersão representando papéis criados pela imaginação ilimitada dos carnavalescos e seus enredos.
O que vi foi lindo. E sei, não representa nada diante do que realmente aconteceu na pista no decorrer de todo seu percurso. Digo isso por que não me sinto capaz de julgar. Dizer quem foi melhor, onde estavam os defeitos. Vi o que meus olhos me mostraram, senti o que me pegou pela frente. Tive sorte. A sorte poder de andar, circular. Sentir a emoção dos que esperam impacientes a hora de pisar na avenida. E tudo isso ainda no desfile das escolas do grupo de acesso.
Comecei o Grupo Especial, organizado pela Liga das Escolas de Samba, vendo a dispersão da saga japonesa da Porto da Pedra. Confesso, perdi a São Clemente. Cheguei tarde...
Assisti ao desfile do triunvirato: Salgueiro, Portela e Mangueira encostada na parede do corredor do setor 2. Consegui uma vaga estratégia, quase em frente ao segundo recuo de bateria estrategicamente estacionada em baixo do praticável, colocado três andares acima onde se posicionava uma câmera da transmissão do desfile. Ali não chovia, em compensação em volta...
O Salgueiro passou, e, lá de longe, apareceu a águia da Portela. E parece que a água em volta se integrou as cores usadas para representá-la no enredo que falava de meio ambiente. Antes, bem antes da passagem da rainha da bateria, Luisa Brunet, as arquibancadas já estavam sob o domínio hipnótico do que rolava na Sapucaí. Bastou a águia do abre alas ‘gritar’; para arrancar os merecidos aplausos para a comissão de frente que fluía em tons da água. E água tem tom?
Tom afinadíssimo era o da bateria de mestre Nilo que me fez correr, quando começou a sair do recuo, para ver sua chegada na apoteose. Que espetáculo! Ali, a Sapucaí se amplia e tudo que se vê na avenida reflete-se nas ondas humanas que recebem os foliões. A bateria, se curvando diante da multidão, agradecendo as palmas e os gritos de é campeã. Essa, eu vi.
Acho que outras consagrações aconteceram. Mas, então, eu já estava novamente observando tudo do setor 2. Veio a Mangueira e o centenário do frevo, mas o ‘sacode’ verde e rosa não aconteceu. O final da noite era da Viradouro, Paulo Barros, Mestre Ciça e sua rainha, Juliana Paes.
A pista de esqui perdeu a graça diante da expectativa em torno do carro sobre o nazismo proibido. ‘Liberdade ainda que tardia’, com componentes amordaçados e um Tiradentes entristecido foi um dos muitos arrepios provocados pelo carnavalesco. Chucky misturava-se com aranhas e baratas gigantes que subiam rastejantes pela alegoria. Para compensar, bolas de futebol eram atiradas para o público. E dá-lhe pingüins... Coitadas das baianas, vestidas de iglus. A pista cheia de água sujou a barra de suas saias que ficaram pesadas e encharcadas. Assim acabou a primeira noite da Sapucaí. Arrepios generalizados, inclusive nos nós que aconteceram no trânsito no final da festa.
Na segunda, havia jurado chegar cedo. E não me arrependi. A Mocidade Independente de Padre Miguel apresentou uma visão deliciosa e alto astral da vinda da corte portuguesa, tive uma aula de história do Rio de Janeiro dada pelo encarregado da pista, Honório, há mais de dez anos trabalhando no controle do vai-e-vem pelo corredor de imprensa. Foi ele quem me contou que o carro com o destaque Maurício de Paula, em meio a jatos de água, representava o chafariz feito por Valentim e que hoje está na Praça da Bandeira. A noite apenas começava...
Na seqüência, a Unidos da Tijuca, falando em coleções e brigando para anexar um título inédito as suas glórias carnavalescas e a Imperatriz Leopoldinense com a coleção de Marias do João que fizeram a história do Brasil. Depois do enredo bolivariano do ano passado, a Vila trouxe para a avenida os trabalhadores do Brasil, apoiado pela CUT. Mas o apoio mais eficaz foi o da Miss Brasil Natália Guimarães, estreando nas passarelas. As celebridades da Grande Rio deram um gás, sob a batuta de mestre Odilon, na rivalidade entre Susana Vieira e Grazieli Massafera.
Quem venceu a disputa foi o maravilhoso gari, Renato Sorriso, uma encarnação inspirada do espírito carioca. Cheio de alegria com sorriso largo, braços abertos e ginga gostosa e malevolente para colher os aplausos do público nas cadeiras, frisas e arquibancadas, ele representa o esforço de quase 3.500 funcionários da Liesa e da Riotur. Os Miltons, Bentos, Honórios e Ulisses que se desdobram para ajudar quem, como eu, sou uma só, querendo captar e transmitir milhares de visões, uma gama imensa de sentimentos, dramas, lutas e vitórias. Como a da Campeã de 2007, a Beija Flor de Nilópolis, que encerrou a festa, calando a boca de quem dizia que não havia nada possível de se fazer com um enredo sobre Macapá e o equinócio solar.
Quando você ler esta reportagem, já saberá quem é a vencedora do Carnaval carioca de 2008 e que agremiações estarão na Sapucaí no desfile das campeãs. Por isso, não vou arriscar um palpite. Mas alerto; são tantos olhares, tantas emoções e acontecimentos nas duas noites de desfile, que, certamente, muitas serão as preferidas, dependendo do ponto de vista e dos parâmetros com que se analisem as concorrentes. Não faço previsões, só posso tentar decifrar onde o coração de cada um bateu mais forte.
DESFILE DAS CAMPEÃS
No próximo sábado as seis escolas melhor classificadas voltam à Sapucaí. Confira abaixo, as escolas que receberam as melhores pontuações da comissão julgadora.
1° Beija Flor
2° Salgueiro
3° Grande Rio
4° Portela
5° Unidos da Tijuca
6° Imperatriz Leopoldinense
*Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e colabora com o DC
O Império Serrano foi a última escola a desfilar no Grupo de Acesso e briga para recuperar seu lugar no Grupo Especial.
A gravação do audio foi feita na íntegra, com excessão dos intervalos para recuperação do gravador, devido as chuvas que cairam na madrugada de domingo.
A bateria é comandada por Mestre Átila.
Captação e edição Valéria del Cueto
MANCHETES AO VENTO
Texto e foto de Valéria del Cueto
Quanta gente sorridente. Um pouco mofada, é verdade, mas feliz que nem pinto no lixo comemorando o sol que nos aquece nesta tarde de verão.
A água está imunda. A ressaca formou um paredão na areia que as ondas mais afoitas tentam escalar. Dali até a arrebentação a correnteza espumosa adverte sobre o que vem mais para frente, mar adentro. Não é elevação para amador. Aliás, a maioria nem pode ser chamada assim. É caixote mesmo, parede!
Continua no link http://delcueto.multiply.com/journal/item/103
Nada de um lado,
muito menos do outro.
O sol brilha
A visão detecta:
Acima da ilha
a nuvem pesada
afunila o dia
Texto MENINOS EU VI e fotos de Valéria del Cueto
Texto e fotos de Valeria del Cueto
Em pleno janeiro, correndo da neblina úmida e da chuva miúda que é prenúncio da sua persistência, ando pelo calçadão meio sem rumo.
Falta menos de uma semana para o carnaval e o que vejo aqui, do meu posto de observação na Ponta do Leme, não é nada animador.
Guiam-me dois tipos de sinais: a direção para onde o vento leva a bandeira que flana hasteada no topo do Forte Duque de Caxias, no alto da Pedra do Leme, e a barra sul que observo ao longe, no horizonte, na direção do Posto 6 da praia de Copacabana, emendada com o Arpoador.
Os contornos dos morros Dois Irmãos, da Pedra da Gávea, dos Cabritos e o Cristo Redentor que fazem o plano de fundo da paisagem que vejo do Caminho dos Pescadores estão escondidos por camadas sobrepostas de nuvens uniformes.
Tudo parado. Não vejo a ira dos temporais de final de tarde que vêm ameaçadores e vão um pouco mais tarde, para amainar o calor do clássico verão carioca.
Meu olhar vagueia pelos tons de cinza que colorem a paisagem, enquanto penso na teoria do bater das asas da borboleta, que pode mudar os rumos do planeta. Transformar a história. Num átimo.
Qual será o efeito provocado por uma roda cujo adjetivo é gigante incrustada na ponta oposta a minha praia?
É. Não quero ser alarmista, mas desde que a tal roda começou a funcionar, justamente no dia de seu compadre São Sebastião, São Pedro ficou de mal com o Rio de Janeiro e está pesando a mão no quesito garoa paulistana.
Cada coisa n seu lugar. E tenho a impressão que a tal roda está deslocando nosso status quo climático.
Talvez permita que se bisbilhote por um buraco de fechadura que Deus não quis abrir, tanto que fez a Ponta do Arpoador bem abaixo da cota máxima. A cota a que me refiro é especificada na legislação celestial pertinente a geografia privilegiada da região onde se estabeleceram os cariocas em outras eras.
Por via das dúvidas, fico feliz em saber que temos a sorte do evento que marcaria o verão carioca ter data marcada para acabar. Azar? Que tal fato só ocorrerá depois do carnaval.
Pensando bem, fica aqui uma mera sugestão de uma carioca precavida: por favor, parem esta roda gigante que o Rio quer tempo bom e a Sapucaí nos espera para os desfiles de carnaval!
Valeria del Cueto é jornalista e cineasta
liberado para reprodução com o devido crédito
http://delcueto.multiply.com
Este artigo faz parte da série Ponta do Leme
Do Sem Fim...
Trechos do ensaio técnico do Salgueiro, 25 de janeiro de 2008, Sambódromo.
Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com
No Sem Fim...
Trechos do ensaio técnico da Mocidade Independente de Padre Miguel, 18 de janeiro de 2008, no Sambódromo.
Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del Cueto - assessoria e produção
http://delcueto.multiply.com
O Sem Fim... foi lá:
Ensaio técnico da Viradouro no Sambódromo do Rio de Janeiro, dia 13 de janeiro de 2008.
Criação, captação e edição: Valéria del Cueto
Produção: del cueto - assessoria e produção
Personagem da praia de Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil, SHOW MAN dá seu recado.
Criação, captação e edição, Valéria del Cueto
Produção del Cueto - assessoria e produção.
Antes dos fogos e do maior reveillon do mundo, a noite de 31 de dezembro, na praia de Copacabana era deles. Dos muitos que veneram as religiões afro-brasileiras, seus atabaques, seu misticismo.
As oferendas e trabalhos mudaram de dia, mas a devoção e os poderes dos santos que regem cada ano continuam a ser motivo de festa, fé e respeito.
Foi hoje, no final da tarde, nas areias da Princesinha do Mar, a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, que a Rainha das Águas e Mãe de Todos recebeu as oferendas de milhares de seguidores da umbanda e do candomblé e mostrou para os visitantes que passeavam pela orla, a beleza do ritual que a cerca.
Pela ordem:
Preparação, carreata, procissão pela Atlântica, chegada a praia, na altura da rua Paula Freitas e ordenamento.
A festa não registrei mas, com os elementos devidamente colocados em seus devidos lugares como você pode ver, sugiro que cada um faça a sua...
Eu, orei e pedi por nós: Que o novo ano corresponda as expectativas que cada um fazemos dele.
Feliz 2008
É o que o SEM FIM... e a del Cueto - assessoria e produção desejam pra você.
Beijos e fotos de Valéria del Cueto no
http://delcueto.multiply.com/photos/album/111
Mal o sol firmou lá estávamos nós: comemorando o final da última quinta feira de 2007.
Mar na frente, Ponta do Leme de um lado, Copacabana do outro.
A luz ditando a tonalidade e a textura dos registros.
A panorâmica é de Lula Araújo, a foto em que apareço também. O restante, você já sabe: É mais um fio da trama do SEM FIM, ainda em 2007...
No link:
http://delcueto.multiply.com/photos/album/110
A última sessão de História Sem Fim... do Rio Paraguai - o relatório em 2007 aconteceu no Cineclube ABD&C, na Casa de Rui Barbosa, batizada de Vila Maria Augusta, na rua São Clemente, em Botafogo, bairro da zona sul do Rio de Janeiro.
Nos sábados em que ia assisitir as sessões do cineclube, jurava que um dia "olharia" o lugar pelas lentes fotográficas.
No dia 8 de dezembro cheguei antes do horário e passei pelo jardim de Rui Barbosa.
O registro está no link...
http://delcueto.multiply.com/photos/album/109/
Orquestra Popular Céu na Terra distribui faixa do "Bonde Folia" na rede
A Orquestra Popular Céu na Terra vai lançar o seu primeiro CD no dia 18 de dezembro no Circo Voador e, pra ir afinando o coro (marchinha é pra todo mundo cantar junto!), está distribuindo pela rede "No Tempo da Vovó - Marcha da Loló". A segunda faixa do CD já está disponível em MP3 para você ouvir e baixar na página da Orquestra: http://www.bananadaterra.com.br/ , você também poderá baixar a Cifra e a Partitura da música.
A faixa "No Tempo da Vovó - Marcha da Loló" foi composta pelo violonista e cantor Daniel Fernandes, integrante da Orquestra e lembra um passado recente do carnaval. A música é deliciosamente interpretada pela cantora Luzia de Mendonça e o belo arranjo foi composto pelo músico Bruno Py.
Viva o Carnaval, viva o Zé Pereira, viva o Bonde Folia!!
O ANTES...
De Valeria del Cueto
Artigo com acentuacao correta no link
Piso na praia enterrando os pes na areia. A cada passada esfregando a planta do pe com forca, movendo os graos sedimentares. Deixo o calor subir pelo meu corpo.
O vento insistente, aquele que camufla a temperatura do sol a pino e engana os incautos, envolve, sedutor, os banhistas.
E vespera de feriado na Ponta do Leme. O sino eletrônico do Forte Duque de Caxias, que toca hinos militares, informa que sao duas horas da tarde.
Ca entre nos, e daí?
O mar esta possuído e faz dias que resmunga. As ressacas vao e voltam. A calmaria total nao se restabelece. Para o relato ficar completo, acrescento: a agua tem estado friiiiia... Bom mar para se contemplar.
Hoje, alguns vendedores anunciam em cantilenas seus produtos ambulantes. Sinal do aumento de freqüencia de banhistas, provocado pelo feriadao que comeca amanha. Anteontem, nenhum vendedor se aventurava na areia. Seria pura perda de tempo, diante do minguado número de pessoas que se aventuravam pelo local.
Eu me encontrava entre elas. Sedenta de calor, necessitada de energia solar. Alergica, encolhida, com a pele num tom esverdeado pela falta do bronzeado essencial de cada dia.
Ao primeiro sinal de dias melhores, arrumei um tempo para me largar na areia e recarregar minhas baterias solares e sensoriais. E isso mesmo; sensoriais.
Para meu perfeito equilíbrio interno preciso do barulho do mar e tatear (ou ser tateada) pelo vento. Acho que ele promove uma massagem muito sutil e leve no meu corpo, quando brinca de rodear minha pele.
Esta sensacao fica proxima do Nirvana e so pode ser alcancada atraves do abandono, do relaxamento e da concentracao. Uma coisa assim, perto da meditacao oriental.
Com apenas uma diferenca: o tal Nirvana esta aqui, na Ponta do Leme, ao meu alcance....
Valeria del Cueto e jornalista e cineasta
liberado para reproducao com o devido credito
http://delcueto.multiply.com
Este artigo faz parte da Serie "Ponta do Leme"
A organização do Festival Internacional de Televisão fez alterações na programação da Mostra de Pilotos Brasileiros -
História Sem fim do rio Paraguai - o relatório será exibido no domingo, dia 18, às 21hs, na programação de documentários:
Especial Chico Buarque (18 min, Band)
História sem fim... Do Rio Paraguai (17 min, Del Cueto)
Melhores Praias (35 min, Siberian Vídeo)
Minas das Histórias Gerais (2 min, Tvi - Televisão + Cinema)
Missão Centenário (20 min, Gemini Media)
Informações:http://www.ietv.org.br/festival/
A organização do Festival Internacional de Televisão fez uma alterações na programação da Mostra de Pilotos Brasileiros -
História Sem fim do rio Paraguai - o relatório será exibido no domingo, dia 18, às 21hs, na programação de documentários:
Especial Chico Buarque (18 min, Band)
História sem fim... Do Rio Paraguai (17 min, Del Cueto)
Melhores Praias (35 min, Siberian Vídeo)
Minas das Histórias Gerais (2 min, Tvi - Televisão + Cinema)
Missão Centenário (20 min, Gemini Media)
Informações:http://www.ietv.org.br/festival/
Convido a todos para a exibição no FESTIVAL INTERNACIONAL DE TELEVISÃO, Mostra de Pilotos Brasileiros, dia 17 de novembro, ás 19:30
Informações:http://www.ietv.org.br/festival/
Quer saber por que?
Será nesta quarta feira o evento carnavalesco "Nunca houve mulher como Carmem, nem escola como o Império Serrano".
O SEM FIM traz um aperitivo da bateria de mestre Átila em sua apresentação na Praça do Mascate, no Saara, no Carnaval dá Babado na Folia, no sábado, 10 de novembro...
Tudo isso e muito mais, na festa promovida por Milton Cunha e os alunos do Instituto do Carnaval, da Unversidade Estácio de Sá.
As fotos do Saara estão no http://delcueto.multiply.com/photos/album/104
Informações sobre a festa no http://delcueto.multiply.com/calendar/item/10050
Tem materia e fotos no TERRA
http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI2054728-EI1267,00.html
o audio de uma entrevista com Nega Gisa falando do Hutúz e da produção audiovisual da CUFA Central Única das Favelas aqui no podcast do SEM FIM... e mais fotos do show de MVBill abrindo o Hutúz Latino no SEM FIM do multiply http://delcueto.multiply.com
Divirta-se e compareça!
E para atiçar a imaginação na montagem da fantasia para a festa segue o samba enredo 2008 do Império Serrano que homenageia ela, a Pequena Notável..
Informações completas sobre o evento:
http://comunidaderio.multiply.com/market/item/41
Sobre o Império e seu enredo: http://www.imperioserrano.com/paginas/carnaval2008.htm
"Zombie Walk leva "mortos vivos" para praia de Copacabana"
de Valéria del Cueto, no Terra...
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI2043824-EI1141,00.html
Semana do "Chuê Chuá"
Enquanto a encosta deslizava sobre o túnel Rebouças, aqui no Leme, só faltou que víssemos navios. Acionada para trabalhar, não pude passar do meio da quadra que moro. Fui barrada na esquina e, ali, perplexa e molhada, fiquei observando e registrando algumas imagens e pensando como realizar a puta pedida.
A matéria saiu no site Terra "Rio: turistas mantem o humor apesar do alagamento" http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2019273-EI8139,00.html
as fotos estão no http://delcueto.multiply.com/photos/album/102
Amanhã vou à praia, que o sol voltou...
Deu no Terra:
Musa do 'Caldeirao do Hulk é eleita rainha do Carnaval carioca
Para ler a notícia, basta clicar no link abaixo:
http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI2026953-EI1118,00.html
Corte de Momo Carnaval Carioca 2008
A escolha da Rainha, das princesas e do Rei Momo do Carnaval Carioca foi nesta sexta feira, no Terreirão do Samba em plena chuva, o que não fez ninguém ir embora antes de sair o resultado do concurso promovido pea Riotur.
Eram 12 candidatas a Rainha do Carnaval e 10 ao posto de Rei Momo. Os vencedores foram:
- Rei Momo: Alex de Oliveira, 36 anos. Ele ocupa o posto pela décima vez.
- Rainha do Carnaval: Ketula Rocha Mello, 24 anos, formada em Educação Física, ex-rainha da bateria da Porto da Pedra de 2001 a 2004;
- Primeira Princesa do Carnaval: Charlene Costa, 24 anos, agente administrativa da prefeitura de Nilópolis.
- Segunda Princesa do Carnaval: Jacqueline Faria , 24 anos, Rainha do Carnaval Carioca de 2007 e modelo.
Isto é apenas o começo...
Divirtam-se!
fotos de Valéria del Cueto no link
http://delcueto.multiply.com/photos/album/101
Estava esperando um empurrãozinho para disponibilizar no SEM FIM, audio do samba da Portela 2008, de Júnior Scafura, Diogo Nogueira, Ciraninho, Ari do Cavaco e Celsinho de Andrade.
Aí... Recebi o convite para o show do Diogo no Estrela da Lapa, dia 27 de outubro.
Eta incentivo bom...
Deu no Invertia - Notícias e indicadores de economia e finanças do Terra:
Miniloja em Copacabana é mais estreita que uma TV
http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200710141600_RED_48016126&idtel=
Noticias da Parada do Orgulho GLBT, no Rio.
Deu no Terra...
Parada do Rio reune tipos diferentes e originais
http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI1989098-EI1118,00.html
Em breve, todas as fotos no SEM FIM...
http://delcueto.multiply.com
Todo mundo já falou das vacas. Como são, o que são e pra que servem nesta primavera carioca. Então, para mim que chego tarde no registro da COW PARADE, resta o consolo de mostrar... o making of da vaca!
Isso mesmo.Vamos falar específicamente da Vaca Baiana, feita por José Antonio Rodrigues, meu colega já formado do Instituto do Carnaval, em parceria com John Maycon e Cremilde, idem, idem. A direção da Estácio de Sá convidou e eles toparam fazer uma vaca com inspiração carnavalesca.
Fui a reboque, imbuída do espírito de registrar mais uma vertente do nosso curso. E fiquei lá, bisbilhotando. Rodeando a vaca, que foi vestida no "atelier" da Estácio de Sá da Praça XI, com minha câmera digital.
Para chegar ao direito de honrar seu título de Vaca Baiana, nossa companheira passou por várias transformações. Usou, inclusive, uma capa de chuva originalíssima e oportuna, devido a uma virada de tempo inesperada.
Também serviu de modelo na prova para o chapéu de tiroles de sua amiga, a Vaca do Le Canton. Deu palpites no material em que deveria ser confeccionado as malas da colega e quase enguliu o canudo do diploma que ia para a boca da Vaca Formanda, ainda em fase de teste.
Jogou a culpa dos deslizes na cola usada em vários momentos da montagem de seu figurino e nos adereços das amigas... Hoje ela se apresenta garbosa e faceira, toda montada, num shopping famosérrimo da Barra da Tijuca.
Foi de lá, onde faz o maior sucesso e virou celebridade, que mandou o seguinte recado: disse que está feliz da vida, mas sente um tiquinho de saudades das conversas carnavalescas dos tempos da Estácio, da Praça XI...
Aí está a fábula, as fotos estão no link http://delcueto.multiply.com/photos/album/99
Centenário de Cartola - início das comemorações
No Centro Cultural Cartola, domingo passado, Nilcemar Nogueira com a colaboração dos alunos do Instituto do Carnaval, capitaneou o lançamento das atividades relativas ao centenário do compositor, em 2008.
O Paraíso do Tuiuti e o bloco Quem num Guenta Bebe Água de Laranjeiras farão seus carnavais homenageando Cartola.
Alcione esteve lá e comemorou com Nilcemar o sucesso do evento.
Aqui, o samba enredo da Tuiuti por seus intérpretes, fotos de Valéria del Cueto no http://delcueto.multiply.com/photos/album/96
Ainda dói muito. E assim foi até a hora em que alguém me disse o que todo mundo falava: Que é preciso deixar a dor partir. Pra ajudar na “passagem”. Como foi tudo muito rápido, uma certa confusão é compreensível. Fica-se assim, meio perdido. E a dor só atrapalha, confunde as prioridades.
Lembrei de quantas vezes te convidei pra vir conhecer o lugar onde nasci, o Rio de Janeiro. Insisti, ameacei. E, se o que dizem os entendidos é verdade, agora você está aí, pra quem te chamar. Se tem coisa em que acredito, é na minha fé. Torta, mas firme, poderosa. Foi nela que me peguei, quando sexta-feira a noite, voltando da faculdade, fui atraída por um som diferente, que vinha da direção do Copacabana Palace, na praia. Ali entendi qual era o efeito da flauta mágica e do flautista de Hamerlin, que atraía as crianças com seu som. Fui atraída pela música.
Há duas semanas não conseguia produzir nenhuma imagem, como se meus olhos não encontrassem as lentes certas, errassem o foco ou esquecessem dos princípios básicos de fotografia. Não havia nada a ser revelado além da minha dor e, esta, apenas me cegava.
Aí, ouvi a música. Vi imagens projetadas acima do grande palco montado em Copacabana para a apresentação da Orquestra Sinfônica da Petrobrás que comemora os 35 anos do projeto Aquárius e me vi, mais uma vez, diante de um momento que vai se cristalizar na minha memória para sempre: era o ensaio geral do espetáculo, para milhares de pessoas, que vai acontecer daqui a pouco.
Seguranças, técnicos, e alguns curiosos não eram suficientes para lotarem o espaço na areia diante do palco. Era como estar no paraíso. Com direito a making off.
Chamei por você. Te intimei a partilhar, mais uma vez, a sensação de estarmos, como sempre, no lugar certo, na hora certa. E consegui, finalmente, ter paz e comungar minha saudade.
Não tinha uma câmera para registrar as imagens. Estava sem o celular para fazer uma Xepa. E aí, me peguei rindo. Da ironia: o momento seria, sim, registrado. Não nas imagens que sempre nos fez únicos, mas... em áudio. No meu microgravador. Sem a qualidade desejável, mas com o ineditismo que sempre nos perseguiu...
E assim foi feito.
Este é um trecho de Asa Branca, na versão do grande mestre Sivuva no concerto que, no momento em que escrevo, ainda não aconteceu, mas já provocou efeitos que só a música consegue produzir. Quando parece que a tormenta não vai passar nunca...
Carnaval e a comunicação foram os motes da entrevista com Vicente Dattoli, coordenador do curso de extensão de jornalismo e carnaval, professor do Instituto do Carnaval, da Estácio de Sá, e assessor de imprensa da LIESA, Liga das Escolas de Samba. O material foi produzido para um trabalho em grupo sobre o tema, proposto pela professora Nilcemar Nogueira.
Afinal, (como questiona o entrevistado) o biscoito é fresquinho por que vende mais ou vende mais por que é fresquinho? Em análise a retração do espaço da maior festa popular brasileira nos meios de comunicação, as mudanças no perfil da cobertura e as iniciativas para incentivar o interesse e o conhecimento dos profissionais de imprensa e interessados no carnaval.
Ilustração, etc... Valéria del Cueto
Sábado, 6 de outubro, ás 16 horas
Casa de Rui Barbosa, Rua São Clemente, 134 - botafogo, Rio de Janeiro/RJ
entrada franca
20 ANOS DE SUVACO
de Paola Vieira, 52 min.
Sinopse
Partindo de uma roda de samba, a história do bloco carnavalesco Suvaco do Cristo È contada através de uma seleção dos seus melhores sambas somados a depoimentos dos integrantes do bloco e imagens de arquivo.
Para criar o bloco artistas, poetas e produtores, marcas na cultura carioca desses 20 anos, se juntam a batuqueiros, motoristas e até um ex-pm, figuras típicas do mundo do samba.
A esse grupo, unem-se outros compositores e músicos, como Lenine, Mu Chebabi, Braulio Tavares, Chacal e Nanico, que em seus sambas fazem uma crônica bem humorada do cotidiano do Rio e do Brasil nos últimos 20 anos, da redemocratização do país até o desembarque de latas de maconha nas praias cariocas.
A interatividade entre classes sociais, as formas de produção, de organização e a administração da agremiação nesses 20 anos são os principais temas do filme, que também trata da dificuldade de uma geração pós-hippie de lidar com o inesperado sucesso do bloco.
Valeria del Cueto and Helio Lopes´s video, 1998
A flash hunt in Pantanal, the ecological paradise in the heart of South America. A night adventure where the hunters bring on their powerful beam lights to disturb and kill the animals.
Instead of the gun, a camera. The register of all hat's been in our aim, the reaction of the population concerning the environmental aspects of the laws involving the controversial subject. A question mark.
http://br.youtube.com/watch?v=-CA9ldhYMNA
Video documentário de Valéria del Cueto e Hélio Lopes, 1998.
Uma "caçada de facho" no Pantanal, paraíso ecológico, no centro da América do Sul. Um tipo de aventura noturna que utiliza faróis poderosos para atordoar e facilitar o abate .
Em vez de uma arma... a câmera Hélio Lopes registrando o que esteve na nossa "mira" durante a caçada. A reação de moradores da região de Mimoso e da sociedade mato-grossense, com a possibilidade da liberalização das leis ambientais.
A colaboração da família Reiners, em especial de Hugo Reiners, e da equipe de Fiscalização de Caça e Pesca da FEMA/MT possibilitou a realização deste trabalho.
HÉLIO LOPES: MEU OLHAR MATOGROSSENSE de Valéria del Cueto
23 de setembro de 2007
Cheguei em Cuiabá no dia 24 de julho de 1984. Nesse dia, nos corredores da TV Centro América, cruzei com um índio de cara amarrada, que não se deu nem ao esforço de me cumprimentar. Eu ia encontrar Eduardo Ricci, então chefe de jornalismo da emissora, onde iria trabalhar como repórter. “Liga não, Valéria, é timidez”, justificou Eduardo. Foi ele quem me contou que Helinho era câmera e, antes, tinha sido auxiliar, fazendo o caminho percorrido por milhares de cinegrafistas do interior do Brasil, no início dos anos 80. É que, naquele tempo, câmeras, fitas e baterias ocupavam espaços distintos do equipamento ligados por cabos. Onde ia o câmera, ia o auxiliar, carregando o gravador e apetrechos afins.
Sei que ele estava lá, era cinegrafista e, teoricamente, um dia, cairia na minha equipe. Isso se não fizesse tudo o que podia para trocar com alguém, mudar a escala. Cismou que não ia me aturar. A coisa era tão séria, que chegou a virar piada na emissora. Até que um dia...Não teve escapatória. Ninguém podia substituí-lo. Confesso que me aproveitei da situação e torturei o cara. Sempre em tom de brincadeira. Mas que judiei, judiei. Pedi ângulos inesperados, dei palpites na captação das imagens. Tudo que, já tinham me contado, ele detestava que fizessem: se metessem no seu trabalho.
Nunca podia imaginar que Helinho estava entrando na minha vida para sempre. Que seria meus olhos e me surpreenderia com imagens especiais em cada dia que trabalhamos juntos. E foram muitos. Aprendemos juntos. Inventamos juntos. Brigamos, discutimos e criamos. Traduzimos, registramos e... sonhamos. Alguns sonhos se tornaram realidade e fui muito feliz em partilhá-los com ele. Sua família, sua casa, nossos amigos, os projetos em comum que realizamos. O prazer de reencontrá-lo a cada ausência, como se fossem dias ou minutos os anos que estive longe dele. Sua alegria, nosso abraço. Sempre apertado.
Nas externas, trabalhando, chegou um momento em que não falávamos mais. Bastava um olhar, um aceno, para que meu texto fosse a sua imagem e vice versa. Para mim, é fácil reconhecer o olhar de quem, por muito tempo, sentiu e traduziu em imagens a Cuiabá e o Mato Grosso que trilhamos juntos por quase 20 anos.
Tudo isso existe, é real, e parte está guardada. Espero que muito bem guardada. Impressa em centenas de horas imagens de telejornais e documentários das principais emissoras e produtoras da capital por onde Helinho passou, ganhando prêmios como o conquistado por “Caçada”, reportagem da TV Gazeta, no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, em 1997. Suas imagens correram mundo. Seu nome apareceu em telas de todo o Brasil, de Santiago do Chile, Londres e Bangkoc.
Lembro a alegria de Hélio por poder operar a câmera de cinema Super 16 mm com que rodamos parte do material do curta metragem “História Sem Fim... do Rio Paraguai- o relatório”. Helinho era o responsável pela câmera de vídeo, mas nas cenas em que o diretor Lula Araújo aparece, era ele quem fazia a fotografia. Durante toda a viagem, ele me dizia que não estava satisfeito com o material que estava produzindo em vídeo, que faltava algo especial, sem notar que o conjunto da sua obra por si só e o fato de estamos juntos ali, era simplesmente sensacional. É claro que seu material é primoroso...
Nos últimos anos, longe de Mato Grosso, sem seu “olhar cuiabano” para imprimir em vídeo os meus delírios e registros, tive que procurar outros meios para exprimir minhas imagens. Comecei a levar a sério a fotografia, enquanto capto para o “Sem Fim...do Pantanal”. Era nele que, pensei, reencontraria Hélio Lopes, numa nova viagem mágica por municípios pantaneiros, talvez no ano que vem.
Mas ele veio antes, de uma maneira inesperada e dolorosa. Está aqui comigo, nas lágrimas que insistem em sulcar meu rosto funcionando com um filtro milagroso que traz Helinho para os olhos de todo mundo que, neste momento, lamenta sua ausência. Essa nova lente, que se incorpora a minha visão, veio para ficar. Ser presente e especial. Agora, eu o tenho no meu olhar e, através das minhas imagens, presentes e futuras, o que aprendemos e vivemos juntos continuará a existir. Para sempre...
Valéria del Cueto
PLUMAS E PAETÊS: é o que merecem os profissionais que fazem a festa do carnaval carioca!
Mais um desafio pela divulgação da cultura popular: premiar os grandes profissionais que se destacam na criação, arte e cultura do carnaval carioca. Eles, que fazem desta festa o maior espetáculo popular do mundo. Este é o objetivo do 3º Encontro de Profissionais do Carnaval Carioca, “Plumas e Paetês”, organizado pela equipe formada por alunos da 1º Turma do Instituto do Carnaval.
O 3º Encontro de Profissionais do Carnaval Carioca, “Plumas e Paetês”, acontecerá na quadra do GRES São Clemente, Av Pres. Vargas 3102 Centro, sábado, dia 22 de setembro, ás 21 horas, com shows, atrações e a entrega do troféu confeccionado por Cláudio Barros que homenageia Braguinha aos profissionais escolhidos em 2007.
“Estes são os verdadeiros destaques do carnaval carioca”, é o que acredita a equipe de produção do evento. Para eles, a transformação da sociedade brasileira será dada sem dúvida, pela cultura. Da grande diversidade e riqueza cultural existente no País e de seu potencial transformador provém esta certeza.
Mais informações e a lista dos premiados:
http://sambacarioca.multiply.com/calendar/item/10014
CORRA E OLHE...
De Valéria del Cueto
Após o dia mais frio de 2007, o seguinte é um dia lindo de outono, com aquelas cores indescritíveis desta época no Rio de Janeiro. Nas ruas do Leme passo pelo comércio em frente a minha casa. Moradores locais desfilam encasacados.
Ao ultrapassar a muralha das sombras dos edifícios, as cores e a energia se transformam. Vibram. Da esquina é como se olhasse o paraíso ao longe. Luz sol, calor.
Tomo meu rumo cumprimentando os conhecidos. No calçadão encho meus pulmões do ar salgado da minha praia, do nosso mar.
Continua no http://delcueto.multiply.com/journal/item/96
Valeria del Cueto e jornalista e cineasta
Este artigo faz parte da Serie "Ponta do Leme"
O G.R.E.S. Paraíso do Tuiuti escolheu, no dia 6 de setembro, o samba que levará para a avenida no próximo carnaval.
O enredo "Cartola, teu cenário é uma beleza" homenageia o centenário do cantor e compositor mangueirense.
É com muito orgulho e alegria que disponibilizo o samba de Betinho do Cavaco, Cássia Novelli, Silvão, Aníbal e Jeronimo GG para o carnaval de 2008.
Comunicando que meu prazer é maior ainda por ter tido o privilégio de conviver, durante os dois primeiros períodos do curso do Instituto do Carnaval, com a compositora Cassia Novelli, uma amiga de muito talento, conforme vocês poderão constatar ao ouvirem o samba campeão.
Esta é a letra...
HOJE A TUIUTI VEM RETRATAR
A ARTE RESPLANDECE EM POESIA
CEM ANOS DE UM POETA SINGULAR
QUE EM NOTAS DEU O TOM DA SUA VIDA
E FOI NUM SONHO
VERDE E ROSA QUE ME CONQUISTOU... Ô Ô Ô
DOS ARENGUEIROS
A ESTAÇÃO PRIMEIRA ELE CRIOU
SUA CANÇÃO AO MUNDO INTEIRO ENCANTOU
E SEMEOU AMOR
DEU FRUTOS EM TÃO LINDAS MELODIAS
SÃO LETRAS DANDO VIDA AO PAPEL
DIVINA INSPIRAÇÃO QUE NOS FASCINA
NUM JARDIM DE GRANDES AMORES
A MAIS BELA DAS FLORES
CONQUISTOU SEU CORAÇÃO
NUM CENÁRIO DE TANTA BELEZA
VOU CANTANDO COM EMOÇÃO
PARABÉNS! 80 ANOS DE MANGUEIRA
A SUA CASA VERDADEIRA
NO ZICARTOLA VOU BRINDAR
DIZEM QUE AS ROSAS NÃO FALAM
APENAS EXALAM
SÃO OS VERSOS DO POETA, QUE INSPIROU
MEU PAVILHÃO, MINHA RAIZ
VOA, VOA TUIUTI
VOA NUM SONHO TUIUTI
NO PARAÍSO VAI BUSCAR
DESPERTA CARTOLA
VEM PRA AVENIDA DESFILAR
Deu no Terra...
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1889486-EI8139,00.html
Assim que eu gosto de trabalhar: na Ponta do Leme, olhando mar.
Veja as fotos!
http://delcueto.multiply.com
"Barbara não quer perdão perdão", livro de estréia de Antônio Más, foi lançado no Restaurante São Sebastião, no último dia 23 de agosto. A trama do romance policial se passa no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha o Delegado Vargas.
Zelito Viana, cineasta, encarregado de apresentar o livro sintetiza a impressão que ele causa ao advertir aos leitores: “Boa sorte, se for encarar esta instigante estória pode desmarcar os compromissos para as próximas horas”. Junto com Vera de Paula, ele prestigiou o evento no Leme.
As fotos mostram alguns momentos da noite e a capa do livro que pode ser adquirido pela internet, nos sites da Livraria do Crime http://livrariadocrime.com.br e da Livraria da Travessa http://www.livrariadatravessa.com.br
No Rio, "Bárbara não quer perdão" já pode ser encontrado em livrarias como: Travessa, Galileu, Bolivar, Banca do Metrô da Siqueira Campos, Banca do Leme (na esquina das ruas Gustavo Sampaio e Anchieta).
Brevemente em várias outras livrarias!
Este é o link da matéria:
http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI1842664-EI8266,00.html
Saudações de quem está quase lá para todos meus queridos colegas.
"Bárbara Não quer Perdão”, o livro de estréia de Antônio Más,
criador de Zé Silva, o detetive brasileiro, série de contos
publicados na sessão Marginálias do site Livraria do Crime,
é o segundo lançamento da
jovem editora BAGATELAS!.
JÁ EM PRÉ VENDA NA LIVRARIA DO CRIME
http://livrariadocrime.com.br/?secao=catalogo&prevenda=true
COMUNIDADE NO ORKUT:http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=32908690
Conheci pessoalmente uma pessoa que já sabia de minha existência na rede...
http://jorgeschweitzer.spaces.live.com/blog/cns!335E0E21D84FF041!6179....
Pois é, não vou contar minha versão do fato por que o meu "conhecido" já o fez muito bem. Tirando os elogios, aos quais agradeço muitíssimo, foi exatamente o que aconteceu. Táxi é movimento, ainda mais o do Jorge!
Foi um prazer conhece-lo. Fiquei ainda mais fã do meu parceiro blogueiro. Mas acho melhor você seguir o link e ver a narrativa do encontro....
http://jorgeschweitzer.spaces.live.com/blog/cns!335E0E21D84FF041!6179....
Inventário de Sombras - coletivo madeirista
Link: http://br.geocities.com/coletivomadeirista/foto_fotos.html
Joesér Alvarez, passeando pelo SEM FIM... viu a nova "animação" que ilustra a página de abertura http://delcueto.multiply.com e convidou o trabalho para fazer parte do Inventário de Sombras, projeto do Coletivo Madeirista que ganhou o prêmio UNESCO DIGITAL ARTS AWARDS 2007. para saber mais sobre a proposta da Unesco, é só clicar no link no alto a direita do Inventário.
Estamos lá, com "Sombras nada mais" e esta foto do acervo do "SEM FIM... do Pantanal".
Postei no multiply no mês de julho o vídeo "O paradoxo da espera do onibus".
http://delcueto.multiply.com/video/item/7
O TERRA publicou a matéria "Desanimação Brasileira é fenômeno na web"
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1792935-EI4802,00.html que fiz sobre o trabalho
O número de acessos ao vídeo continua crescendo. Afinal, o que pensa o autor da façanha, Christian Caselli? Este é o audio da entrevista que fiz com ele por telefone.
Foto: divulgação
Veja no Sem Fim... a desanimação brasileira acessada mais de 112.000 vezes no youtube
SINOPSE
Homem espera em vão o ônibus. Em vão? Ora, se o ônibus está demorando, então ele está mais perto de chegar. Baseado em várias histórias reais. Desenho desanimado de Christian Caselli. Desenhos de Gabriel Renner e narração de Chico Serra.
http://delcueto.multiply.com/video/item/7
É SÓ...
De Valéria del Cueto
Oba! Estou aqui. Meio travada como o dia, que começou nublado e ventoso nas esquinas do Leme. Uma dificuldade sair da inércia e cair na vida cheia de compromissos que me espera nessa sexta-feira.
Foi essa condição ventosa que me trouxe pro meu lugar preferido: ao sol, na Ponta do Leme. Os nós de velocidade que, creio, prometem um final de semana especial para os velejadores sopraram o paredão de nuvens que nublava o dia e eu, observadora atenta dos sinais meteorológicos da praia do Leme, tratei de mudar meus planos.
Empurrei, desmarquei, apertei minha agenda e... cá estou. Aviso: nem um pouco arrependida...
A crônica continua no link
http://delcueto.multiply.com/journal/item/94
Tarde de domingo, primeiro final de semana do Pan.
E o Leme... Samba, é claro.
No Boteco da Romy, na Avenida Atlântica, Margareth fazia o povo parar com um repertório baseado em Jovelina Pérola Negra e outras jóias do repertório carioca.
Gravei ao vivo "Não Deixe o Samba Morrer", de Edson e Aloisio.
As fotos do acontecimento estão no link http://delcueto.multiply.com
Era para ser uma entrevista com um imortal da Academa Brasileira de Letras, o cineasta Nelson Pereira dos Santos, logo após o pré lançamento de seu documentário "Português, a Lingua do Brasil", que abria a parte cinematográfica do evento, na Casa da Cultura.
Não foi bem isso que aconteceu. Ou melhor, não foi só isso que aconteceu. Nelson tem ligações fortes com Parati, cidade histórica em que fez vários trabalhos: "Azilo Muito Louco", "Como Era Gostoso meu Francês" e "Quem é Beta?".
A história de alguns dos depoimentos dados por seus colegas acadêmicos era muito interessante e sua opinião sobre o papel de âncora, assumido por ele p´roprio no documentário, no mínimo, surpreendente.
A conversa aconteceu num dos bares da cidade, foi regada a cerveja gelada, uma cachaça local e se prolongou ainda mais por que a projeção de "Boca de Ouro", com Jece Valadão, fazia parte da homenagem ao dramaturgo na V Flip.
Viu? Está dito. Não foi uma entrevista. Foi conversa e da boa...
Esta é a íntegra da entrevista que fiz com o escritor moçambicano Mia Couto, na V Festa Literária Internacional de Parati, no dia 6 de julho..
O material foi publicado no Terra.
Fui a Festa Literária Internacional de Parati para passear. Chegando lá, recebi um desafio irresistível: fazer a cobertura da FLIP para o site TERRA. Foram 5 dias de uma verdadeira maratona. A proposta era produzir 5 matérias por dia.
O resultado vocês podem acompanhar nos links abaixo. O que o TERRA não aproveitou está em maiúsculas, postei no multiply.
Antes de se deliciarem com as matérias quero registrar três agradecimentos: a Lu Fernandes e sua assessoria, a Fernada e a organização da Flip. Eles deram a mim, uma verdadeira paraquedista, condições de realizar o trabalho a que vocês agora têm acesso.
DIVIRTAM-SE
PS: Como a maioria dos textos foi publicado no TERRA, quem quiser fazer comentários, por favor, faça neste espaço
Quarta, 4 de julho de 2007, 23h04
Aberta a FLIP, Paraty faz festa literária
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1736345-EI3615,00.html
Quinta, 5 de julho de 2007, 08h18
Escritor atrasa na Flip à procura de pastéis
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1736967-EI3615,00.html
Quinta, 5 de julho de 2007, 11h00
Flip recebe Lobão e Chacal nesta quinta-feira
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1737323-EI3615,00.html
Quinta, 5 de julho de 2007, 18h51
Lobão polemiza na Flip e diz que sente saudades da ditadura
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1738599-EI3615,00.html
EM PARATI, ÍNDIO QUER CONTAR HISTÓRIAS NESTA EDIÇÃO DA FLIPINHA
http://delcueto.multiply.com/journal/item/89
Quinta, 5 de julho de 2007, 20h43
Flip: Augusto Boal faz homenagem emocionante a Nelson Rodrigues
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1738840-EI3615,00.html
Sexta, 6 de julho de 2007, 08h24
Jim Dodge e Will Self divertem público na Flip
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1739662-EI3615,00.html
Sexta, 6 de julho de 2007, 12h02
Nelson Pereira lança documentário na Flip
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1740210-EI3615,00.html
Sexta, 6 de julho de 2007, 14h53
Off Flip mostra ícones da literatura local em Parati
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1740690-EI3615,00.html
Sexta, 6 de julho de 2007, 21h35
"Parati é o paraíso na Terra", diz Nobel de Literatura na Flip
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1741618-EI3615,00.html
Sexta, 6 de julho de 2007, 22h16
Flip: moçambicano fala sobre literatura em nações pobres
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1741657-EI3615,00.html
Sábado, 7 de julho de 2007, 10h57
Escritores da Flip pedem liberdade de expressão
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1742048-EI3615,00.html
Sábado, 7 de julho de 2007, 15h17
Israelense Amós Oz e mulher conquistam crianças na Flip
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1742361-EI3615,00.html
FLIP: PARATI É UMA FESTA COM LOTAÇÃO ESGOTADA
http://delcueto.multiply.com/journal/item/90
IMPRENSA NACIONAL E ESTRANGEIRA COBRE A FLIP
http://delcueto.multiply.com/journal/item/91
Domingo, 8 de julho de 2007, 10h24
Prêmio Nobel lê trechos de livro inédito na Flip
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1743133-EI3615,00.html
Domingo, 8 de julho de 2007, 13h19
"Um escritor não é um escritor por natureza", diz Mia Couto
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1743281-EI3615,00.html
Domingo, 8 de julho de 2007, 16h55
Escritores discordam sobre conflitos mundiais na Flip
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1743583-EI3615,00.html
Domingo, 8 de julho de 2007, 22h15
Gabriel o Pensador é recordista de público na Flipinha
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1743904-EI3615,00.html
Domingo, 8 de julho de 2007, 22h52
Flip: balanço aponta o sucesso do evento
http://diversao.terra.com.br/interna/0,,OI1743926-EI3615,00.html
ÚLTIMA MESA DA FLIP FALA DE LITERATURA DE ESTIMAÇÃO
http://delcueto.multiply.com/journal/compose/92
O quase indestrutível
Transmite o conselho
Abriga o incompreensível
Registra o inteligível
Deduz os conceitos
E se explica:
É Brasil, com Glauber...
Valéria del Cueto, da Pedra do Leme
fotos no link
http://delcueto.multiply.com/photos/album/87
Foto e texto de Valéria del Cueto, 2007
Ler jornal na praia em dia de vento é uma arte. Não falo dos tablóides. Refiro-me ao tamanho clássico. A idéia me vem à cabeça enquanto aguardo pacientemente a ventania amainar para deixar as páginas de política e cair dentro das notícias cariocas.
Este é um dos segredos para manusear as folhas voadoras. Nunca lute contra o vento. Você jamais vai vencê-lo. Muita prática no esporte ensina que o caminho das pedras é usá-lo a seu favor. Mude você de posição, conforme viram as páginas dançarinas. Não tente levá-las para junto das outras irmãs. Use a força eólica para induzi-las a se conduzirem para a posição correta. A leitura do jornal requer, sim, muita prática e maior habilidade.
Continua em...
Estou moderadora (é isso mesmo!) da comunidade RIO DE JANEIRO, no Multiply.
Se você quiser conhecer aspectos legais da cidade, lugares interessantes e alguns programas selecionados no Rio de Janeiro, encontrou o lugar certo: http://comunidaderio.multiply.com
Todo mundo poder consultar e quem é do multiply pode se associar e receber as notícias saídas do forno, e colocar sua sugestão de programa.
Conheça o canal de cultura e lazer mais carioca da praça!
Valéria
História Sem Fim... do Rio Paraguai – o Relatório aí, na sua TV, no programa Zoom, da TV Cultura
Agora é a sua vez!
O curta metragem pantaneiro, protagonizado por Eduardo Filipe, Meire Pedroso e ribeirinhos do rio Paraguai, será apresentado pela TV Cultura, no Zoom, programa voltado para a divulgação de produções independentes, que exibe filmes e vídeos de ficção, documentários e experimentais, de curta ou média metragem realizados por diretores brasileiros.
O documentário da viagem pelo rio Paraguai, entre Cáceres/MT e Corumbá/MS, no coração do pantanal percorreu o circuito dos festivais nacionais, recebeu o prêmio do juri do 2º Amazonas Film Festival e foi convidado para ser exibido na programação especial comemorativa ao dia do meio ambiente.
As obras apresentadas tratam de questões nacionais e obtiveram destaque e premiações em festivais de cinema do Brasil e do Exterior. O programa Zoom vai ao ar no sábado, 9 de junho, às 00:10h, com reapresentado na quarta seguinte. à 1:15h. (horário Brasília, portanto, uma hora a menos em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul!)
Os curtas exibidos serão: "100 Árvores em São Paulo", de Fernando Mastrocolla, "Não fique pilhado", de Carlos Duba, João Amorim e Vicente Amorim, "História Sem Fim... do rio Paraguai - o relatório", de Valéria del Cueto e "Filme Ilhado", de Paulo Guilherme C. Miranda.
Quem ainda não viu, aproveite! A viagem é linda.
Valéria del Cueto
http://delcueto.multiply.com
Você conhece Fino, o melhor garçon de Brás de Pina, no subúrbio carioca?
O Xará, dono do bar onde Fino serve as caipirinhas de lima da pérsia mais caprichadas do bairro, quiçá do Rio de Janeiro?
E Mariluce, rainha de bateria e dona de um corpaço de arrancar suspiros das pedras das calçadas por onde passa?
Na barbearia do Vicente, você já deu uma passada?
Bom, sobre Zé Silva, é melhor nem perguntar....
Não conhece o detetive brasileiro?!
Então leia algumas de suas aventuras:
Bagatelas/ Marginália http://bagatelas.net/marginalias/
Livraria do Crime http://www.livrariadocrime.com.br/?secao=marginalia
Em alto e mau som (Parte 2)
Em alto e mau som (Parte 1)
Um Crime Hediondo
Diagnóstico Perigoso
Os Segredos do Fino
Casal Perfeito
Terreno minado
Ah, a Mariluce...
Mataram o Lourenço!
Por onde anda Jurema?
Um crime literário
Zé Silva, o detetive brasileiro, está no orkut. Convido você para adiciona-lo como amigo (é melhor do que tê-lo como inimigo). De lambuja, quem sabe ele não te apresenta sua namorada a Mariluce...
Este é o link pra página dele: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=210333173711893585
PS: Zé Silva é uma criação de Antônio Más...
Você conhece Antonio Más? Então seja o detetive: descubra na entrevista exclusiva do escritor, na Livraria do Crime, por que você está recebendo esse email...
Mande sua resposta para zesilvadetetive@gmail.com e concorra a um livro com uma dedicatória do Silva (afinal, o Zé também é cultura...)
Aproveite a maior e mais barata diversão: leia MUITO...
del Cueto - assessoria e produção
DE CAMAROTE
Texto e foto de Valéria del cueto
Maio 2007
Obs: A foto e uma pra lembrar que o Cristo Redentor está concorrendo na escolha das 7 Maravilhas do Mundo. Vote!!!
É dia de assistir de camarote a rotina (?) da praia do Leme. Um degrauzão me separa do mar. Mais ou menos como o tempo que falta para o PAN do Rio. Lá se foram os três dígitos de espera e com eles informações, planos, soluções, contra-ordens, denuncias, interdições e muitos “ões” e “mentos”.
Todo mundo acompanhando o pré-PAN e vendo ( ou participando) dos esforços para “levantar” o empreendimento esportivo das Américas.
Acho tudo muito interessante e quando começo a acreditar que não há mais tempo hábil para executar as inúmeras tarefas necessárias para recebermos as delegações visitantes condignamente lembro que esta é a cidade que, todo ano, coloca suas escolas de samba na avenida e quase acredito na comparação...
CONTINUA EM...
FUI!
Eu Vou Pra Paraíba
Helio 'Scubi' Jenné
Moro aqui no Rio desde que nasci
E nem que me matassem eu saía daqui
Mas de uns tempos pra cá eu tenho percebido
Que a sopa tá acabando e que eu tô perdido
Se eu não der um jeito na situação
Vou acabar morrendo do coração
E eu vou, eu vou pra Paraíba
Eu vou, eu vou pra Paraíba
Eu vou a pé, de bonde, carro ou avião
Eu quero é ir pra lá e me dar bem de montão
Eu soube que as garotas de lá são da pesada
Por isso até pedi aumento de mesada
Tchauzinho companheiros boto os pés na estrada
Se eu não der um jeito até amanhã de manhã
Eu vou, eu vou pra Paraíba
Eu vou, eu vou pra Paraíba
Eu vou, eu vou pra Paraíba
Eu vou, eu vou pra Paraíba, yeah yeah!
PEGA VERETAS is:
Acidente - Mario Costa (bateria), Otaner Segrob (guitarra), Ary Menezes (baixo, violão, voz), Paulo Malária (teclados, voz); Co-Member - Helio 'Scubi' Jenné (guitarra, voz).
Esta música faz parte do CD "Meu Pau de Sebo", gravado no Paulinho Cardoso's Audio Mix Studios, Piedade, Rio de Janeiro, entre maio de 2002 e fevereiro de 2003; Mix, Edit & Master - Gil Campos.
Produtor - Paulo Malária para a Stolen Records (a Fake Enterprise).
Todos os direitos reservados - Pega Varetas, Acidente, Paulo Malária e Stolen Records são marcas registradas no INPI.
Nada é Perfeito...
de Valéria del Cueto, 2007
Nem o paraíso. Para transformá-lo no portão do inferno é um pulo!
Contrariando um dos artigos dos 10 mandamentos dos ratos de praia, não resisti ao calor e a ausência - quase maquiavélica - da minha banda larga e, mesmo sendo sábado, corri, me dirigi cheia de (boa) vontade para a praia, no Leme.
O destino, o de sempre. A es